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Atlas da violência: cor da pele ainda determina vítimas no ES

Estudo mostra queda de homicídios, embora índices de crimes contra negros e mulheres ainda sejam altos

Publicado em 05 de Junho de 2018 às 18:47

Redação de A Gazeta

Publicado em 

05 jun 2018 às 18:47
Atlas da Violência: o estudo compara dados de uma década, entre 2006 e 2016, mas ressalta o período a partir de 2011, quando o Espírito Santo implementou o programa "Estado Presente" Crédito: Agência Brasil
Embora a insegurança seja um sentimento comum a boa parte da população, o Espírito Santo tem apresentado queda nos índices de criminalidade. Em 2011, o Estado era o segundo no país com mais homicídios e, em 2016, passou para a 19ª colocação. Os dados são do Atlas da Violência, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), e que foram divulgados nesta terça-feira (5).
O estudo compara dados de uma década, entre 2006 e 2016, mas ressalta o período a partir de 2011, quando o Espírito Santo implementou o programa "Estado Presente", que promovia ações esportivas, culturais e educativas em bairros com alto índice de vulnerabilidade social. Em todo o período, a queda no número de assassinatos foi de 37,2%.
Atlas da violência - cor da pele ainda determina vítimas no ES
A cor da pele ainda determina as vítimas no Espírito Santo. Por aqui, a taxa de mortes de negros era 4,5 vezes maior do que a de não negros, segundo a pesquisa. No caso de feminicídios, o Estado se destaca como o que apresentou a maior queda (43,2%), uma tendência que se verificou a partir de 2014. Contudo, a taxa em 2016, de 5,2 por 100 mil habitantes, se mostrou superior à do país, que era de 4,5.
Mesmo registrando índices altos, O Espírito Santo apresentou reduções nos homicídios de jovens, negros e mulheres. Entre os que estavam na faixa de 15 a 29 anos, houve 71,5 mortes a cada 100 mil habitantes no Estado, em 2016, enquanto a taxa nacional era de 65,5. O Estado ficou na 12ª posição no ranking de jovens assassinados no país. 
 

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