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Contra a Covid-19

Secretário do ES defende dose única de vacina para ampla imunização

Nésio Fernandes afirmou que vacina com mais de 50% de eficácia “terá efetividade suficiente para salvar vidas e retomar a vida econômica e social”

Publicado em 03 de Janeiro de 2021 às 18:13

José Carlos Schaeffer

Publicado em 

03 jan 2021 às 18:13
Secretário de Estado da Saúde Nésio Fernandes de Medeiros Junior
Nésio Fernandes  aponta alternativas para ampliar o percentual da população vacinada contra a Covid-19 Crédito: Reprodução/TV Gazeta
Secretário do ES defende dose única de vacina para ampla imunização
O secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, voltou a usar as redes sociais para falar sobre a vacinação contra o novo coronavírus. Em meio ao debate sobre a eficácia e quantidade de doses necessárias, o secretário ressalta que deve-se avaliar o uso de dose única de vacinas que exigem duas doses para uma “ampla imunidade”.
Nésio afirma que a estratégia deve ser avaliada, caso a dose única seja segura e com eficácia maior que 50%. O secretário explica que, em um contexto de calamidade, é válido imunizar toda a população com apenas uma dose.
“Menor eficácia para muitos pode garantir maior efetividade (impacto social), do que mais eficácia para poucos. Desta maneira, vacinas que exigem duas doses para alto percentual de eficácia, deveriam ser avaliadas para aplicação em dose única e permitir vacinar com maior celeridade e extensão de toda a população”, argumenta.
Para o secretário, alcançar ampla imunidade segura na sociedade pode resultar em uma estratégia sanitária adequada no primeiro ano de enfrentamento à pandemia. Na publicação, Nésio Fernandes sugere ainda outra opção de aplicação da vacina: pessoas do grupo de risco seriam imunizadas com duas doses, enquanto outros grupos receberiam apenas uma.
“Outra opção seria duas doses para grupos com maior risco de evoluir a um quadro grave e óbito, como idosos/pessoas com comorbidades, e aplicar uma dose para os demais grupos para imunidade de rebanho verdadeira e segura, sem alto custo de mortes”, pontua
Por fim, o secretário deixa uma mensagem que reforça a importância da vacinação no combate à doença. “O vírus mata, vacinas salvam.” 

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