Quando o assunto é política, Letícia Gonçalves é uma referência em todo o Estado. Em sua coluna de A Gazeta, a jornalista traz as principais análises, notícias e os bastidores desse universo. Durante as eleições de 2022, ela também realizou entrevistas transmitidas ao vivo com os candidatos ao senado, além de participar de sabatinas e debates com os candidatos ao governo.
Apesar de ter atuado na editoria de política de A Gazeta desde 2012, esta foi a primeira vez que Letícia cobriu eleições como colunista, uma vez que assumiu a função no ano passado.
“Foi, ainda, a primeira eleição geral (para os cargos de presidente, senador e deputados estaduais e federais) em que a cobertura de A Gazeta foi totalmente digital, após o encerramento da circulação do jornal impresso. Assim, as publicações da coluna tiveram que ser ágeis, inúmeras por dia, no ritmo do consumo via redes sociais”, revela.
Desafios
Se cobrir a política já não é uma tarefa fácil, ser uma mulher nesta posição torna a atividade ainda mais desafiadora.
“A política partidária não é apenas um ambiente ocupado majoritariamente por homens, é um ambiente machista, embora, infelizmente, uma coisa esteja, via de regra, ligada à outra. E ter mulheres no exercício de mandatos eletivos ou cobrindo política é uma forma de, aos poucos, mudar essa estrutura”, afirma.
Letícia Gonçalves também fala sobre a experiência de gravar o VT dos colunistas de AG para a TV. “Quem me conhece sabe que não sou a mais sorridente das pessoas. Não que eu esteja triste ou alheia às coisas o tempo todo. Eu rio, mas em contextos específicos. Na gravação do VT tive que sorrir várias vezes. Mas consegui. Espero que tenha soado natural”, brinca.
Trajetória
Letícia Gonçalves ingressou na Rede Gazeta em 2006 como estagiária, já atuou na Rádio CBN Vitória/Gazeta Online e migrou para a editoria de Política de A Gazeta em 2012, onde trabalhou como repórter e editora-adjunta. Desde 2021 é colunista de Política em A Gazeta.
Texto de Mariana Guedes