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Imagens topográficas

Drone ajuda a mapear reconstrução de cidade destruída por enchentes no ES

Equipamento aéreo começou a ser utilizado na última terça-feira (30), visando subsidiar os projetos de revitalização de Mimoso do Sul

Publicado em 03 de Maio de 2024 às 06:27

Sara Oliveira

Publicado em 

03 mai 2024 às 06:27
Imagens de drone ajudam a mapear reconstrução de cidade destruída no ES
Imagens topográficas da Praça da Estação Ferroviária, em Mimoso do Sul Crédito: VIAVOZ PROJETOS
A Prefeitura de Mimoso do Sul, no Sul do Espírito Santo, está utilizando imagens de drone nos projetos de revitalização da cidade. O equipamento está sendo utilizados para fazer imagens topográficas que irão basear os projetos de reconstrução de espaços públicos do município, devastado pelas enchentes no mês de março.
"Nosso principal objetivo é acelerar o tempo de resposta para o público, para munícipes e visitantes, para voltar a dar esperança, para que as pessoas possam conviver novamente nesses espaços"
Marcos Castanheira - Secretário de Obras e Serviços Urbanos de Mimoso do Sul
De acordo com o secretário, o drone, que pertence a uma empresa contratada, atua como uma espécie de “scanner”, fazendo levantamentos topográficos. O objetivo é mapear ruas, avenidas, encostas, muros, praças, quadras, prédios públicos e privados, todos atingidos pela enchente. “O equipamento faz o mapeamento geral do ambiente em escala real, com todas suas particularidades”, explica Marcos Castanheira.

Como funciona?

As imagens coletadas pelo drone são sobrepostas às informações tradicionalmente colhidas em terra, possibilitando um novo ângulo de informações sobre o terreno, somando diferentes pontos de informações. Os equipamentos aéreos começaram a ser utilizados na última terça-feira (30), com apoio do Governo do Estado.
Segundo o secretário, a tecnologia é utilizada principalmente pelo potencial de acelerar essa tomada de informações. “Com drone e o scanner eu consigo reduzir em torno de 90% no meu tempo de levantamento em campo se fosse manual com trena”, explica Marcos Castanheira.
As imagens coletadas são passadas para os profissionais responsáveis pelo projeto de reconstrução, que têm acesso a mais dados para planejar as reformas ou revitalizações necessárias no ambiente. “Acreditamos que iniciaremos os processos licitatórios em aproximadamente 60 dias, pois só podemos iniciar as licitações após projetos prontos”, conclui o responsável pela pasta.

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