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Cão da Receita Federal ajuda descobrir drogas em portos e aeroportos no Espírito Santo Fernando Madeira
Fiscal canino

Addy, o cachorro que 'cãofisca' produtos nos portos e aeroporto do ES

Addy é um pastor alemão com quatro anos que atua em Vitória pela Alfândega da Receita Federal nos Correios, nas áreas portuárias e aeroportuárias, com a missão de combater o tráfico de drogas

Vinicius Zagoto

Repórter

Publicado em 11 de Outubro de 2022 às 11:39

Publicado em

11 out 2022 às 11:39
Cão da Receita Federal ajuda descobrir drogas em portos e aeroportos no Espírito Santo Crédito: Fernando Madeira
Por mar, terra e ar, o Espírito Santo se conecta com o mundo e tem uma movimentação constante de passageiros e cargas. Para garantir que não haja nada de ilegal nas mercadorias ou com passageiros, a Alfândega da Receita Federal conta com o trabalho de um agente muito especial: o cão Addy. 
No Espírito Santo há mais de um ano, Addy é um pastor alemão com quatro anos de idade que atua nos portos capixabas, no Aeroporto de Vitória e nos Correios, verificando bagagens, contêineres, mercadorias e correspondências, com a missão de combater o tráfico de entorpecentes.
A Receita Federal do Espírito Santo foi pioneira no uso de cães em buscas de drogas nas mercadorias. Hoje o Estado sedia o Centro Nacional de Cães de Faro (CNCF), treinando cachorros para as outras unidades da federação.
A reportagem de A Gazeta acompanhou um dia de treinamento de Addy no Terminal de Vila Velha (TVV) e o resultado dessa visita está disponível no vídeo. 
Addy é treinado para farejar drogas como maconha, crack, haxixe, êxtase e LSD, em diferentes situações. O treinamento tenta simular cenários parecidos com o que ele vai encontrar quando for chamado para alguma ação.
O trabalho feito no centro de treinamento de cães busca preparar os animais para as mais adversas situações e vencer a criatividade dos criminosos.

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