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Ministério Público no caso

MPF investiga Solange Almeida e Xand Avião por homicídio e tráfico

Artistas e empresários são investigados por homicídio, tráfico internacional de drogas, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e ameaças

Publicado em 07 de Junho de 2019 às 12:55

Publicado em 

07 jun 2019 às 12:55
Crédito: Fred Pontes/Kleber Galvão/Divulgação
O Ministério Público Federal (MPF) decidiu retomar a investigação criminal que envolve os artistas Solange Almeida e Xand Avião, ex-vocalistas do Aviões do Forró, e os empresários Antonio Isaias Paiva Duarte, Zequinha Aristides Pereira, Carlos Aristides de Almeida Pereira e Francisco Claudio de Melo Lima, todos sócios da A3 Entretenimento, que gerencia a banda. 
Atualização: em nota oficial emitida ao R7, a Aviões do Forró e a A3 Entretenimento negam o envolvimento com tráfico internacional de drogas, homicídio, ameaças e lavagem de dinheiro. Segundo eles, a investigação realmente foi reaberta, mas arquivada de novo. No momento, a banda cumpre "pontualmente, normalmente e legalmente" com deveres fiscais referentes a uma investigação sobre manipulação de valores de cachês e sonegação
De acordo com informações do R7, o processo começou em 2014, mas foi descontinuado por falta de provas. No entanto, a procuradora Luiza Cristina Fonseca alegou que o arquivamento foi prematuro. 
Os artistas e empresários são investigados por homicídio, tráfico internacional de drogas, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e ameaças
A denúncia, segundo o R7, foi feita ao MPF por um suposto ex-sócio da A3 Entretenimentos. 
Por meio de sua assessoria de imprensa, a banda nega as acusações: "Em 2012 houve uma denúncia anônima, que já foi provada como absolutamente falsa e sem sentido. O processo aberto a partir dessa denúncia foi extinto e arquivado por absoluta ausência de provas". 

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