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Dan Reynolds, do Imagine Dragons, defende causa LGBT

À revista gay, cantor falou sobre missão como homem branco e hétero

Publicado em 

31 jan 2019 às 17:16

Publicado em 31 de Janeiro de 2019 às 17:16

31/01/2019 - Dan Reynolds, vocalista da banda of Imagine Dragons Crédito: Instagram/@danreynolds
O vocalista da banda Imagine Dragons, Dan Reynolds, 31, revelou ter uma longa história com a causa LGBT -o que hoje o faz questionar seus privilégios como homem branco e hétero. 
Criado como mórmon, Dan Reynolds disse que os dilemas começaram quando ele tinha 12 anos e um de seus melhores amigos era gay. Segundo ele, essa foi a primeira vez que questionou "a vontade de Deus". 
"Fui criado como mórmon, sendo ensinado que ser gay é um pecado. Mas, aos 12 anos de idade, fui confrontado com um conflito: 'Bem, eu tenho um amigo que é gay e talvez ele seja a melhor pessoa que eu conheço, isso [ser um pecado] não faz sentido'", disse o cantor em entrevista à revista Gay Times. 
À publicação, Dan Reynolds afirmou que ele próprio, mesmo não sendo gay, não conseguia seguir os mandamentos mórmons e que foi expulso da faculdade por ter dormido com uma namorada -sexo antes do casamento é proibido pela religião. 
Dan Reynolds também disse que militar pela causa LGBT pode afastar parte do público, mas que isso não é um problema para sua banda. 
"Acho que alguns artistas temem a reação de pessoas intolerantes e, para eles eu digo: 'Esses não são o tipo de fã que você precisa no seu show'. É mais importante que você esteja literalmente salvando vidas ao se levantar e compartilhar uma mensagem de igualdade."
O líder do grupo Imagine Dragons disse que sua vontade é usar seu status  e sua fama para ajudar a conscientizar. "A única opção que estão dando à juventude LGBT é uma vida de celibato. E eles sabem que, baseado em vários estudos, isso causa danos e leva a taxas mais altas de depressão, de ansiedade e de suicídio." 
Dan Reynolds pediu união com a causa LGBT para conscientizar e diminuir o número de casos de jovens que se suicidam por não serem aceitos. "Trata-se de unir todo mundo para entender as diferenças e criar mudança, porque, no fim do dia, isso é sobre nossa juventude LGBT e abaixar as taxas de suicídio. Precisamos acabar com essa culpa religiosa que mata, ponto final. E todos deveriam concordar com isso".

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