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Pediu indenização

Camila Pitanga vence briga contra Playboy e recebe R$ 300 mil

Camila Pitanga reclamou, na Justiça, que suas fotos foram usadas para obter lucro sem autorização, além de alegar cunho sexual pejorativo

Publicado em 07 de Novembro de 2019 às 08:58

Redação de A Gazeta

Publicado em 

07 nov 2019 às 08:58
A atriz Camila Pitanga Crédito: Globo/Estevam Avellar
A atriz Camila Pitanga, 42, venceu um processo que movia há mais de sete anos contra a revista Playboy, pelo uso indevido de suas imagens na edição de dezembro de 2012. A decisão final aconteceu nesta terça-feira (5), pelo STJ (Superior Tribunal Justiça). Não cabe recurso.
Segundo o processo, três imagens da atriz, retiradas do filme "Eu Receberia as Piores Notícias de Seus Lindos Lábios" (2011), foram publicadas sem sua autorização. A ação foi iniciada no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e encerrada agora, determinando que a Editora Abril indenize a atriz em R$ 300 mil. 
"Nós estamos bastante felizes com o resultado, uma vez que o STJ não acolheu o recurso do Grupo Abril, mantendo a correta decisão que já tinha sido decidida pela Justiça do Rio", declarou o advogado da atriz, Ricardo Brajterman, a reportagem.
Questionado sobre o valor da indenização, R$ 300 mil, Brajterman disse que a quantia foi decidida pelo judiciário, que levou em consideração o fato de que a revista Playboy, na época, teria feito vários convites para a atriz posar nua e ela teria sempre recusado.
Para Pitanga, suas fotos foram usadas para obter lucro sem autorização, além do cunho sexual pejorativo. A manchete da revista dizia: "Sexo no cinema e na TV 2012. Cenas muito quentes de Nathalia Dill, Camila Pitanga, Keira Knightley, Juliana Paes, Alessandra Negrini."
Após três anos da publicação, em dezembro de 2015, o Grupo Abril cancelou a produção da Playboy e alegou que a empresa estava tomando um novo posicionamento no mercado. A PBB Editora comprou o título e deu continuidade até 2017.
A reportagem entrou em contato com a Editora Abril para um posicionamento, mas ainda não obteve resposta.
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