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Lagum canta os dilemas da juventude em "Coisa de Geração"

Banda mineira lança disco em que passeia por vários gêneros musicais

Publicado em 14 de Junho de 2019 às 21:30

Publicado em 

14 jun 2019 às 21:30
Chicão, Jorge, Otávio, Pedro e Tio Wilson formam a banda mineira Lagum Crédito: Sony Music/Divulgação
Atualmente figurando como a banda mineira mais ouvida nas plataformas digitais, o Lagum canta o que boa parcela da juventude quer escutar. Foi justamente nesse princípio – que passa também pelo que os integrantes vivem – que o grupo se deixou levar no novo trabalho, o disco “Coisas de Geração”, que acaba de ser lançado.
A banda tem cinco anos de estrada, mas estreou em 2016, com o disco “Seja O Que Eu Quiser”, e depois estourou com o single “Deixa”, gravado em parceria com Ana Gabriela. O hit ultrapassou os 64 milhões de streams.
Nesta nova fase da carreira, a banda – formada por Pedro (voz), Otávio (guitarra), Chicão (baixo), Jorge (guitarra) e Tio Wilson (bateria) – resolveu apostar no mosaico de sentimentos sob o olhar da geração atual.
“A faixa-título resume o álbum novo. Falamos de todos os sentimentos que achamos estranhos mas que fazem parte da geração, da maneira como lidamos com isso. São questões como amor, saudade, raiva, devaneios sobre a vida, ansiedade, tristeza...”, explica o vocalista e compositor da banda, Pedro Calais, em entrevista por telefone ao Gazeta Online.
VEJA O CLIPE DE OI
Das batidas que lembram o reggae em “Detesto Despedidas” à levada mais pop de “Chegou de Manso”, o Lagum passeia por muitas identidades musicais. Em “Lua” mesmo é possível notar algo mais próximo do rap acústico, enquanto “É Seu” pesa mais a mão na guitarra.
VEJA O CLIPE DE DETESTO DESPEDIDAS
As múltiplas facetas se justificam graças às influências variadas da banda, que vão de Charlie Brown Jr. a Beatles.
“Sabemos que hoje em dia as pessoas não escutam mais o álbum da banda tal. Elas preferem escolher uma playlist que tenha de tudo, então nossas músicas são um reflexo disso. Tem rock, reggae, rap, umas batidas de funk escondidas ali, voz e violão com pegada mais acústica e lenta. Isso também é fruto dessa geração que tem acesso a muita informação hoje em dia”, destaca.
Pedro ressalta que este é um novo período para a banda, que hoje encara a música como trabalho, de fato. “No primeiro disco não víamos desta forma. Hoje já vivemos de música, queremos fazer tudo da maneira mais autêntica e verdadeira possível. Amadurecemos e aprendemos a trabalhar em grupo melhor, também”, conclui o músico mineiro.
SERVIÇO
Coisas da Geração
Lagum. Sony Music, 14 faixas.
Disponível nas principais plataformas de streaming.
 

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