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Cultura

Biblioteca Nacional troca comando do Centro de Cooperação e Difusão

João Alexandre Cupello Cabecinho assume cargo ocupado pela servidora Ana Cristina Sá de Souza desde 2004

Publicado em 12 de Maio de 2020 às 16:05

Redação de A Gazeta

Publicado em 

12 mai 2020 às 16:05
Interior da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, recheado de livros
Interior da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, recheado de livros Crédito: Divulgação/BN
Ana Cristina Sá de Souza, servidora da Biblioteca Nacional há 18 anos, foi exonerada nesta terça-feira, 12, do cargo de coordenadora-geral do Centro de Cooperação e Difusão da instituição, posto que ocupava há 16 anos. Para o lugar da advogada e historiadora foi nomeado João Alexandre Cupello Cabecinho. A portaria foi publicada no Diário Oficial desta terça-feira e assinada pelo Ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.
Cabecinho, que já foi filiado ao MDB de Niterói e é nome ligado ao ex-deputado e ex-secretário de Cultura do Estado do Rio André Lazaroni, foi assessor especial da Fundação Municipal de Saúde em Niterói, teve uma breve passagem em 2017 pela chefia da divisão artística da Sala Cecília Meireles, no Rio, e, também segundo atos do Diário Oficial, foi assessor chefe da coordenadoria de Acervo, da Superintendência da Leitura e do Conhecimento, da Secretaria de Estado de Cultura, quando Lazaroni era o secretário.
Comandada por Rafael Nogueira, a Biblioteca Nacional é vinculada à Secretaria Especial da Cultura, de Regina Duarte. Nogueira foi um dos nomes escolhidos pelo ex-secretário Roberto Alvim por seu alinhamento às ideias de uma cultura conservadora, e tem sido mantido por Regina Duarte.
Recentemente Nogueira começou a formar a sua equipe. Nomeou como seu chefe de gabinete Marcelo Gonzaga Oliveira, olavista e integrante do grupo Brasil Paralelo e do programa de rádio Hora Conservadora.
Nomeou também Luiz Carlos Ramiro Júnior, cientista social e advogado, como coordenador-geral do Centro de Pesquisa e Editoração da instituição. Autor de artigos como "Será Bolsonaro um Bonaparte?" e "E se a intervenção der certo?", ele defendeu, na UERJ, a tese "Da Crise à Restauração. O pensamento político de João Camilo de Oliveira Torres", sobre o escritor conservador mineiro morto em 1973.
Com sede no Rio de Janeiro, a Biblioteca Nacional é a mais antiga instituição cultural do Brasil e guardiã da história do País.

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