Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Opinião da Gazeta

A hora do bom senso

Compromisso vital dos parlamentares que ingressaram no Congresso deve ser com a Reforma da Previdência

Publicado em 09 de Fevereiro de 2019 às 23:13

Públicado em 

09 fev 2019 às 23:13

Colunista

Pessoas na fila da Previdência Social Crédito: Reprodução

Com o Legislativo a postos, só existe um projeto político imediato para o país: a própria sobrevivência. Começa, portanto, a contagem regressiva, pois desarmar a bomba da insustentabilidade da Previdência é questão de vida ou morte, mesmo que os maiores interessados, os contribuintes, não tenham ainda a real dimensão do estrago. Não é só a aposentadoria que está em jogo, é o própria retomada do crescimento do país que ficará inviabilizada, caso se permaneça na inércia.

É importante que vozes estrategicamente ecoem no rumo de uma Reforma da Previdência que não só tenha início o mais rápido possível, mas que corte o mal pela raiz. O momento é de uma mobilização qualitativa, que assegure as prioridades. Rodrigo Maia, após confirmar a sua terceira jornada na presidência da Câmara, fez à Folha de S. Paulo uma declaração que dimensiona bem a gravidade. “Estamos em um momento que todos compreenderam que vai ter uma ruptura definitiva da política se esse país não voltar a crescer. Então não dá para errar o tiro da Previdência.” É parte fundamental do próprio processo de ressignificação da classe política. O novo Congresso terá a chance de mostrar a que veio. 

Deve-se atingir com precisão privilégios e anomalias que corroem o sistema como um câncer. A redução do déficit previdenciário busca a equidade, com mudanças nas regras que principalmente eliminem essas distorções que beneficiam apenas alguns grupos, sempre prontos para gritar quando contrariados.

E é sempre bom lembrar que a reforma não pretende acabar com a aposentadoria, pelo contrário, é o que a garantirá, alocando o gasto previdenciário de acordo com as demandas demográficas atuais. O país envelheceu, as famílias encolheram. É preciso lidar com essa nova composição de Brasil, ou o sistema implodirá. O Congresso precisa abraçar a causa, envolvendo todas as esferas. É a grande demanda nacional, que depende também do comprometimento dos governos estaduais, sob o risco de quebradeira generalizada.

A ansiedade do setor produtivo com a materialização da reforma é justificável, o país precisa voltar a ser atraente a investidores, que não se seduzem por economias desajustadas. Anda faltando confiança. Cabe à sociedade compreender que a reforma proporcionará um crescimento sustentável. É, hoje, o único caminho para a justiça social.

{{ndFunctionFirstNotNull(post.original_author.attributes_map.descricao_de_colunista.value,post.original_author.biography)}}

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
O caso da herdeira alemã acusada de encomendar o sequestro dos próprios filhos que levou a um escândalo de espionagem
Imagem de destaque
Como a relação estratégica entre Cuba e Venezuela enfraqueceu após a captura de Maduro
Chuva e granizo causam transtornos no Sul do ES
Chuva e granizo causam transtornos em cidade do Sul do ES; vídeo

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados