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Liberação de auxílios

'Vai ter uma enxurrada de crédito até o fim do ano', diz Guedes

Segundo o ministro da Economia, algo entre R$ 2 milhões e R$ 4 milhões estão sendo concedidos em crédito em programas como o Pronampe e para microempreendedores individuais

Publicado em 28 de Agosto de 2020 às 17:55

Redação de A Gazeta

Publicado em 

28 ago 2020 às 17:55
Paulo Guedes, ministro da Economia
Paulo Guedes, ministro da Economia Crédito: Alan Santos/PR
ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta sexta-feira (28), que o governo está "ultimando" uma série de medidas de crédito para dar apoio a empresas para enfrentar a pandemia do novo coronavírus. "Vai ter uma enxurrada de crédito até o fim do ano. O dinheiro finalmente chegou na ponta", comentou ele, em Web Conference Aço Brasil - Pós Covid-19.
Segundo ele, algo entre R$ 2 milhões e R$ 4 milhões estão sendo concedidos em crédito em programas como o Pronampe e para microempreendedores individuais, por meio de maquininhas. "A economia já pegou no tranco", disse. "O crédito, que teve problema no início, agora chegou e está entrando."
Guedes afirmou ainda que o governo está na "reta final" para definir o programa para atender a população de baixa renda. Segundo ele, ainda não foi decidido se a opção será "aterrissar" no auxílio emergencial em um valor mais baixo até o fim do ano ou diretamente no Renda Brasil, um programa "robusto, mas que exige ajustes", classificou ele, ao falar sobre o programa que vai substituir o Bolsa Família.
O ministro asseverou que "tudo será feito dentro do teto, com responsabilidade fiscal, com transparência", disse.
Ele ainda fez piada com o que chamou de vazamento da ideia inicial do Ministério da Economia, revelado pelo Estadão/Broadcast, que previa um valor de R$ 247,00, condicionado a outras medidas, como o fim do abono salarial ou das deduções com saúde e educação no imposto de renda.
"Tomei uma dessas", disse ele, em referência à chamada do presidente Jair Bolsonaro, que não gostou da proposta e mandou que ela fosse reavaliada.
O ministro ainda fez piada com o assunto. "Pô presidente, isso aí é carrinho, entrada perigosa, ainda bem que foi fora da área, senão era pênalti", afirmou.

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