Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Economia
  • Queda no comércio global deve ficar em 13%, diz diretor-geral da OMC
Crise econômica

Queda no comércio global deve ficar em 13%, diz diretor-geral da OMC

Em abril, a Mundial do Comércio (OMC) estimou que o comércio mundial teria queda de 13% no cenário otimista e de 32% no pessimista

Publicado em 04 de Agosto de 2020 às 16:43

Redação de A Gazeta

Publicado em 

04 ago 2020 às 16:43
Diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo
Diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo Crédito: Fábio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, afirmou hoje (4) que a queda do comércio neste ano deve ficar dentro do cenário mais otimista. Em abril, a OMC estimou que o comércio mundial teria queda de 13% no cenário otimista e de 32% no pessimista.
“São dois cenários horríveis. Hoje os nossos economistas estão estimando que nós devemos ficar mais próximos do cenário otimista, se é que a gente pode chamar assim, em torno de 13%. Mesmo essa contração otimista é a pior do que vimos na crise financeira de 2008 e 2009. Pior que isso só na grande depressão dos anos 30”, disse.
Azevêdo participou do evento Diálogo Empresarial: novos desafios e oportunidades no comércio internacional, organizado pela Câmara de Comércio Internacional no Brasil (ICC Brasil) e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), transmitido pela internet.
Ele afirmou que há uma “certa preocupação” da OMS com o discurso nacionalista de autossuficiência como resposta às vulnerabilidades de falta de suprimentos da área médica, explicitadas na crise causada pela pandemia de covid-19.
“Na prática, a autossuficiência, além de ser raramente possível pelas especificidades de cada país, não é sustentável no médio e longo prazo. Primeiro, porque tem um custo altíssimo para a sociedade e, segundo, porque não reduz a vulnerabilidade a choques de desabastecimento. Pelo contrário, a concentração da produção no território nacional expõe o país a todo tipo de choque: desastres naturais, crises econômicas e políticas”, afirmou.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Binário entre a Rodovia do Sol e a Avenida Saturnino Rangel Mauro, em Vila Velha
Rodovia do Sol terá interdição nesta semana para retirada de asfalto
Imagem de destaque
Irã ameaça atacar forças dos EUA após Trump anunciar escolta a navios pelo estreito de Ormuz
Imagem de destaque
O que se sabe sobre o vírus que causou mortes em cruzeiro no Atlântico

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados