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Benefícios

Quase metade dos domicílios receberam auxílio emergencial em junho

Segundo dados do IBGE, foram 3,1 milhões de lares beneficiados a mais na comparação com o mês anterior

Publicado em 23 de Julho de 2020 às 11:17

Redação de A Gazeta

Publicado em 

23 jul 2020 às 11:17
Governo e Congresso discutem prorrogação do auxílio emergencial
Entre os benefícios, estão o auxílio emergencial e o benefício emergencial de preservação do emprego e da renda Crédito: rafastockbr/ Shutterstock
Aproximadamente 29,4 milhões (43%) de domicílios brasileiros receberam algum tipo de auxílio emergencial do governo relacionado à pandemia do novo coronavírus, informou nesta quinta-feira (23) o IBGE em sua segunda divulgação mensal da Pnad Covid.
Entre os benefícios, estão o auxílio emergencial e o benefício emergencial de preservação do emprego e da renda. O valor médio foi de R$ 881 por casa, sendo que nas regiões Norte e Nordeste o recebimento chegou a 60,0% e 58,9% dos domicílios, respectivamente.
Segundo o IBGE, foram 3,1 milhões de lares beneficiados a mais na comparação com o mês anterior, quando cerca de 38,7% do total de domicílios do país havia recorrido a algum tipo de auxílio do governo para enfrentar a crise causada pela pandemia.
Ainda segundo a Pnad Covid, a taxa de desocupação no país foi de 12,4% em junho, o que representa um aumento de 1,7 ponto percentual na comparação com maio (10,7%). A proporção de desempregados aumentou em todas as grandes regiões do Brasil.
Os dados foram coletados pela Pnad Covid, que busca identificar os efeitos do novo coronavírus no mercado de trabalho e na saúde dos brasileiros. Essa foi a segunda divulgação mensal da pesquisa criado especialmente para acompanhar os impactos da pandemia.
Não é possível, porém, comparar os dados desse estudo com os da Pnad Contínua, que apura a taxa de desemprego oficial no país, já que esta última tem metodologia diferente, com coleta de dados durante três meses e em um número maior de domicílios.
A Pnad Covid foi criada especialmente para tentar identificar os efeitos da pandemia sobre o mercado de trabalho e a saúde dos brasileiros, com o objetivo de servir de base para a elaboração de políticas públicas para minimizar os impactos da crise.

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