Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Resultado

PIB da China cresce 2,3% em 2020 mesmo com pandemia

O indicador também aponta para uma aceleração da atividade econômica no país, já que, no trimestre anterior, o crescimento do PIB foi de 4,9% na comparação anual

Publicado em 18 de Janeiro de 2021 às 08:26

Agência Estado

Publicado em 

18 jan 2021 às 08:26
A dívida pública chegou a 85,5% do PIB em junho
A economia chinesa cresceu 2,3% em 2020 Crédito: Burak K/ Pexels
Em meio à pandemia do novo coronavírus, a economia chinesa cresceu 2,3% em 2020 sobre o ano anterior, anunciou o Escritório Nacional de Estatísticas do país nesta segunda-feira (18) (pelo horário local). No quarto trimestre do ano, o crescimento foi de 6,5% sobre o mesmo período do ano passado. O resultado veio acima da mediana das projeções coletadas pelo jornal The Wall Street Journal junto a economistas, de alta de 6,0%.
O indicador também aponta para uma aceleração da atividade econômica no país, já que, no trimestre anterior, o crescimento do PIB foi de 4,9% na comparação anual. O crescimento em relação ao trimestre anterior foi de 2,6%.

RISCO DE BAIXA

O crescimento da China superou a expectativa no quarto trimestre de 2020, mas os dados de atividade relativos a dezembro foram "mistos", de acordo com relatório do Commerzbank. O banco aponta que a economia chinesa tornou-se o principal impulso para a atividade global ao longo do ano passado, mas adverte que a estrada à frente "permanece acidentada". Para 2021, o Commerzbank espera avanço de 8,0% no PIB chinês, "o que fica um pouco abaixo do consenso" do mercado.

PRODUÇÃO INDUSTRIAL

O Commerzbank destaca também que, entre os dados de dezembro, a produção industrial surpreendeu para cima, ao crescer 7,3% na comparação anual, ante previsão de alta de 6,8% dos analistas ouvidos pelo Journal. Já as vendas no varejo tiveram alta de 4,6% em dezembro na mesma comparação, ante previsão de crescimento de 5,5%. "Em geral, o setor manufatureiro é o salvador óbvio para a economia", diz o banco, que destaca também a força das exportações para apoiar o quadro, porém aponta que o consumo mostra menos fôlego.
"No curto prazo, o viés de baixa permanece, já que a China começou a reportar novos casos locais no novo ano" da covid-19, lembra o Commerzbank. Medidas de lockdown foram impostas em "algumas poucas cidades" e autoridades devem adotar medidas para limitar viagens no feriado prolongado local do Ano Novo Lunar, em meados de fevereiro, prevê o banco. "Tudo isso claramente sinaliza para um risco de baixa para o crescimento no 1º trimestre, particularmente já que o setor de serviços deve sofrer um revés", adverte.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem BBC Brasil
Bilhões de refeições ao redor do mundo estão em risco por causa da guerra no Irã, diz presidente de empresa de fertilizantes
Imagem de destaque
Por que Amsterdã proibiu qualquer propaganda de carne nas ruas
Imagem de destaque
O que pesquisador descobriu pedalando como entregador de apps por 6 meses: 'É terra de ninguém, risco de vida o tempo todo'

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados