Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Economia
  • PIB cresce 0,4% no segundo trimestre e fica acima do esperado
Resultados

PIB cresce 0,4% no segundo trimestre e fica acima do esperado

O intervalo das estimativas ia de uma queda de 0,2% até uma elevação de 0,5%

Publicado em 29 de Agosto de 2019 às 06:59

Redação de A Gazeta

Publicado em 

29 ago 2019 às 06:59
PIB recua 0,8% no trimestre encerrado em maio, diz FGV Crédito: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O Produto Interno Bruto (PIB, valor de todos os produtos e serviços produzido no país) brasileiro registrou alta de 0,4% no segundo trimestre de 2019 ante o primeiro trimestre do ano, informou nesta quinta-feira (29), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O avanço foi maior doq ue o previsto analistas do mercado, cuja projeção era de 0,2%.
Na comparação com o segundo trimestre de 2018, o PIB apresentou alta de 1% no segundo trimestre de 2019, vindo igualmente acima da mediana das projeções (+0,8%) e dentro do intervalo das estimativas, que variavam de uma alta de 0,3% a 1,2%.
Ainda segundo o instituto, o PIB do segundo trimestre de 2019 totalizou R$ 1,780 trilhão. Os técnicos do IBGE concedem entrevista ainda pela manhã para comentar os resultados.
A lentidão na recuperação da economia após a saída da recessão, no primeiro trimestre de 2017, é alimentada pela persistência do desemprego elevado, pela perda de produtividade e pelas incertezas políticas que travam o investimento.
MARCAS 
As marcas da economia no primeiro semestre foram a crise na Argentina atingindo as exportações da indústria de transformação, especial a automobilística, a paralisação de minas após o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG) derrubando a indústria extrativa e o baixo nível dos investimentos.

Muitos economistas, de diferentes linhas teóricas, veem na falta de demanda, especialmente por causa do nível ainda baixo dos investimentos, a principal explicação para a estagnação no curto prazo. A continuidade nos cortes da taxa básica de juros (Selic, hoje em 6,0% ao ano) é defendida por muitos, mas há divergência sobre o uso ou não de outras medidas de estímulo.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
'Não somos só notícia, somos pessoas': o apelo dos passageiros presos em cruzeiro com surto de hantavírus
Imagem de destaque
O que se sabe sobre ataque a tiros que deixou duas pessoas mortas em escola no Acre
Imagem de destaque
Foragido por homicídio é recapturado em Cariacica

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados