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Títulos públicos

Investimentos no Tesouro Direto superam resgates em R$ 281,5 milhões

O título mais demandado pelos investidores foi o indexado à Selic (Tesouro Selic), cuja participação nas vendas atingiu 47,9%

Publicado em 25 de Fevereiro de 2019 às 17:53

Publicado em 

25 fev 2019 às 17:53
Em janeiro, 261.343 novos participantes se cadastraram no Tesouro Direto Crédito: Pixabay
Os investimentos em títulos do Tesouro Direto chegaram a R$ 2,829 bilhões em janeiro deste ano. Durante o mês, os resgates somaram R$ 2,547 bilhões, levando à venda líquida de R$ 281,5 milhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (25) pelo Tesouro Nacional.
O estoque fechou o mês em R$ 54,9 bilhões, aumento de 1,27% em relação ao mês anterior (R$ 54,2 bilhões) e de 16,26% sobre janeiro de 2018 (R$ 47,2 bilhões).
O título mais demandado pelos investidores foi o indexado à Selic (Tesouro Selic), cuja participação nas vendas atingiu 47,9%. Os títulos indexados à inflação (Tesouro IPCA+ e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais) corresponderam a 31,5% do total e os prefixados, 20,6%.
Em relação ao prazo de emissão, 14,9% das vendas no Tesouro Direto no mês corresponderam a títulos com vencimentos acima de 10 anos. As vendas de títulos com prazo entre 5 e 10 anos representaram 30,9% e aquelas com prazo entre 1 e 5 anos, 54,1% do total.
NOVOS PARTICIPANTES
Em janeiro, 261.343 novos participantes se cadastraram no Tesouro Direto. O número total de investidores cadastrados ao fim do mês atingiu 3.374.646, o que representa aumento de 76,2% nos últimos 12 meses. O número de investidores ativos chegou a 845.169, uma variação de 47,7% nos últimos doze meses. No mês, o acréscimo foi de 58.851 novos investidores ativos.
TESOURO DIRETO
 
O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar a aplicação e permitir que pessoas físicas pudessem adquirir títulos públicos diretamente do Tesouro, via internet, sem intermediação de agentes financeiros. O aplicador só tem de pagar uma taxa à corretora responsável pela custódia dos títulos.
A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos. Em troca, o Tesouro Nacional se compromete a devolver o valor com um adicional que pode variar de acordo com a Selic, índices de inflação, câmbio ou uma taxa definida antecipadamente no caso dos papéis prefixados.

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