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Investidores reforçam pedido para remover Zuckerberg da presidência

Alegação é que o cofundador da rede social não tratou escândalos da maneira adequada

Publicado em 17 de Outubro de 2018 às 15:47

Publicado em 

17 out 2018 às 15:47
Mark Zuckerberg, diretor executivo do Facebook Crédito: Reprodução | Facebook
Quatro poderosos investidores institucionais do Facebook apresentaram uma proposta para remover Mark Zuckerberg da presidência do conselho da companhia. A alegação é de que ele não teria tratado adequadamente os inúmeros escândalos que envolveram a rede social neste ano. Scott Stringer, da New York City Comptroller; Michael Frerichs, do Tesouro do Estado de Illinois; Seth Magaziner, do Tesouro de Rhode Island; e Joe Torsella, do Tesouro da Pensilvânia, assinaram o pedido apresentado originalmente pela Trillium Asset Management, exigindo a indicação de um presidente independente, informa o site Business Insider.
A adesão dá mais peso à proposta, já que os quatro investidores controlam mais de US$ 1 bilhão em ações da companhia. Também indica um movimento crescente de insatisfação com a política de governança do Facebook. O pedido será votado no encontro anual de investidores, no ano que vem, e se for aprovado o conselho terá que indicar um novo presidente, dando fim ao papel duplo exercido por Zuckerberg, como presidente do conselho e diretor executivo.
Um projeto similar foi apresentado ano passado, mas foi derrotado, apesar de ter conquistado 51% dos votos de investidores independentes. Isso foi possível graças à estrutura acionária da companhia, que dá as ações de classe B dez vezes mais poder de voto que as de classe A. E Zuckerberg detém mais de 75% das ações de classe B.
Dessa forma, Zuckerberg concentra mais da metade do poder de voto no conselho do Facebook, fazendo com que a proposta da Trillium tenha chances mínimas de ser aprovada. Mas a insatisfação parece ser crescente. A proposta cita uma série de escândalos para justificar o pedido de mudança, incluindo a intromissão nas eleições americanas de 2016 e o episódio envolvendo a Cambridge Analytica.
“Nós precisamos que o conselho do Facebook assuma o sério compromisso de enfrentar riscos reais, de reputação, regulatórios e para a nossa democracia, que impactam a companhia”, afirmou Stringer, em comunicado. “Um conselho independente é essencial para retirar o Facebook desta bagunça e restabelecer a confiança entre americanos e investidores”.

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