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Polêmica

Guedes chama servidor público de 'parasita' que está matando o hospedeiro

Ministro disse que funcionalismo tem privilégios, como reajustes automáticos, algo que a população brasileira não quer mais manter

Publicado em 07 de Fevereiro de 2020 às 17:49

Redação de A Gazeta

Publicado em 

07 fev 2020 às 17:49
O ministro da Economia, Paulo Guedes Crédito: Arquivo/Tânia Rêgo/Agência Brasil
Em apresentação sobre a reforma administrativa, o ministro da Economia, Paulo Guedes, chamou os funcionários públicos de “parasita”, que está matando o hospedeiro. Segundo ele, o governo brasileiro está quebrado porque gasta 90% da sua receita para manter o servidor federal.
"O funcionalismo teve aumento de 50% acima da inflação, tem estabilidade de emprego, tem aposentadoria generosa, tem tudo. O hospedeiro está morrendo. O cara (funcionário público) virou um parasita e o dinheiro não está chegando no povo", disse Guedes na manhã desta sexta-feira, 7, sendo muito aplaudido durante palestra no seminário Pacto Federativo, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
O ministro indiciou que deve enviar na próxima semana ao Congresso o projeto que muda as regras dos empregados da União, como estabilidade e tipo de contrato. A proposta vai incluir a possibilidade de contratação de funcionários públicos fora do Regime Jurídico Único. Serão abertas novas formas de vínculos entre o empregado e o governo federal.
Guedes disse que a reforma administrativa será enviada antes que a tributária por ser mais simples ao criticar os servidores, dizendo que estes têm privilégios do setor. Segundo ele, os servidores são parasitas porque querem reajustes automáticos, algo que a população não quer mais que ocorra.
De acordo com ele, o ministro afirmou que a maioria da população defende que os concursados possam ser demitidos. “88% das pessoas são a favor da demissão no funcionalismo público”, disse sem citar as fontes dos dados.

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