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Novos mercados

Grupo Buaiz inaugura fábrica de R$ 60 milhões e mira novos mercados

Projeto da empresa é aumentar sua presença no mercado carioca, mineiro e baiano, onde a marca coloca 25% do que produz. Intenção é recuperar o investimento em cinco anos

Publicado em 17 de Setembro de 2018 às 14:58

Redação de A Gazeta

Publicado em 

17 set 2018 às 14:58
Inauguração da nova fábrica em São Torquato Crédito: Divulgação/Cacá Lima
Se preparando há três anos para entrar na briga do mercado de alimentos do Rio de Janeiro, Bahia e Minas Gerais, a Buaiz Alimentos inaugurou na manhã desta segunda-feira (17) sua nova fábrica de misturas para bolo e Centro de Distribuição, no bairro São Torquato, em Vila Velha. Um investimento de R$ 60 milhões que a direção da empresa planeja ter o retorno até 2023.
Com isso, a capacidade de produção da empresa aumentou em 35%, o que permite fabricar até 4,5 mil toneladas de produtos por mês. Atualmente, a fábrica opera com 60% da capacidade de misturas para bolo, algo em torno de 50 toneladas por dia; e 80% para a preparação da farinha de trigo, cerca de 160 toneladas por dia. Além disso, o Moinho Vitória, na capital, também passou por expansão e saltou sua capacidade de 380 toneladas por dia, para 500 toneladas por dia.
A partir de agora, apenas a farinha de trigo voltada para a indústria e comércio será produzida em Vitória, em sacos de 25 kg. A farinha de consumo doméstico e as misturas para bolo passam a ser produzidas em São Torquato. Três novos produtos também foram lançados ao mercado neste mês de setembro, que são as misturas para bolo premium, nos sabores chocolate gourmet, cenoura e banana e mel integral.
Nova fábrica da Buaiz Alimentos em São Torquato, Vila Velha Crédito: Divulgação/Cacá Lima
Para a diretora-geral da Buaiz Alimentos, Eduarda Buaiz, o desafio é lidar com as oscilações do preço do trigo importado da Argentina, principal fornecedor da empresa, que enfrenta uma safra menor este ano, além da alta do dólar, que está em R$ 4,15 e bateu na última sexta-feira (14) o valor mais alto da história do Real, alcançando os R$ 4,19.
“Hoje, 75% da nossa produção fica no Espírito Santo e 25% é vendido nestes três Estados (RJ, BA e MG). Queremos ampliar este mercado, já identificamos que é onde temos maior potencial para investir. Estamos em constante inovação, temos ideias novas sendo trabalhadas, mas a hora é de consolidar este investimento. O mercado tem oscilado com a alta do trigo e do dólar, já que importamos essa matéria-prima, mas temos nos adaptado bem. Segurando para não jogar toda essa oscilação para o preço dos produtos e renegociando com nossos parceiros, como nossos concorrentes também têm feito. Há dificuldades, mas nada que nos impeça de crescer”, explica Eduarda.
PADARIA-LABORATÓRIO, ROBÔS E ASPIRADOR GIGANTE
Robôs da nova fábrica da Buaiz Alimentos Crédito: Rafael Silva
Em operação há quatro meses, a fábrica inaugurada conta um sistema de sucção de grãos - uma espécie de aspirador de trigo gigante - que suga a matéria-prima direto dos caminhões para o quarto andar da fábrica, que funciona “de ponta cabeça”, com o material bruto começando a ser embalado em cima até chegar ao embalamento, no térreo.
Após ser processado e filtrado, o trigo passa para o terceiro andar e o segundo andar, que formam uma “grande batedeira”, como foram apelidados, que é onde os ingredientes da receita, como cacau, erva-doce e açúcar são adicionados à mistura.
No primeiro andar, parte dos produtos é testada em uma padaria experimental, que segue por esteira até dois robôs que já montam os fardos de produtos em pallets.
“Esses processos de automação nos permite chegar a uma capacidade de até 70 carros carregados por dia, agilizando a logística do processo”, afirma o gerente industrial da nova fábrica, Marcos Roberto Nascimento.
A Buaiz Alimentos emprega em suas três unidades - a nova fábrica, o Moinho Vitória e a fábrica de Café Número Um - 770 funcionários diretos e indiretos. A empresa comemorou, neste ano, 77 anos de fundação.

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