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Investimento

Fábrica de bio-óleo está garantida no ES

Presidente da Suzano também confirmou expansão de Portocel

Publicado em 29 de Março de 2018 às 10:43

Redação de A Gazeta

Publicado em 

29 mar 2018 às 10:43
Vista aérea da Fibria, que se uniu a Suzano, Empresa terá investimentos como a construção da fábrica de bio-óleo Crédito: Arquivo
Em visita ao Espírito Santo, nesta quarta-feira (28), o diretor-presidente da Suzano Papel e Celulose, terceira maior fabricante de papéis sanitários do Brasil, Walter Schalka, garantiu que os investimentos anunciados pela Fibria para o Estado, antes da fusão com a empresa, serão mantidos.
 
“Aracruz continua sendo um ativo bastante importante para a empresa no futuro. A nova empresa que se forma vai ter uma capacidade de investimento expressiva e manterá seu programa de negócios intacto. Os projetos que foram anunciados pela Fibria para o Espírito Santo devem se manter após a fusão”, comentou Schalka.
Confirmado
Na cartela de investimentos em solo capixaba, que estavam planejados pela Fibria, está a obra de ampliação do Portocel, projeto que a empresa tem 51% da sociedade feita com a Cenibra. Também está prevista a construção da fábrica de bio-óleo, que também fica em Aracruz. Os dois empreendimentos juntos somam R$ 2,5 bilhões.
A fusão da Fibria com a Suzano criou a quinta maior empresa do país e a primeira no ramo de celulose, correspondendo a quase 50% do setor global. Segundo Schalka, a finalização da junção das empresas, que depende da aprovação de órgãos reguladores, como o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), deve levar entre 8 e 10 meses para acontecer. “Durante esse período, é muito provável que os nomes das empresas permaneçam os mesmos”, comentou.
Já em relação à expansão de capacidade com novas fábricas de celulose, o presidente da Suzano disse que esses são investimentos mais expressivos. “Para isso, vamos ter que passar primeiro por um período de redução de endividamento, em função dos R$ 29 bilhões que terão quer ser pagos a acionistas da Fibria (pela transação). Não vejo, em um curto espaço de tempo, uma nova expansão em capacidade de celulose significativa por parte da Suzano”, argumentou Walter.

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