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Economia

Espírito Santo possui 74 empresas gazelas abertas

No Estado, as empresas gazelas atuam em diversas atividades e setores e empregam 4,4 mil trabalhadores
Redação de A Gazeta

Publicado em 

05 out 2018 às 21:58

Publicado em 05 de Outubro de 2018 às 21:58

Lanchonete pode ser um tipo de empresa gazela Crédito: Bernardo Coutinho/arquivo
O número de trabalhadores contratados por empresas de alto crescimento no Espírito Santo, em 2016, chegou a 43.543, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São 970 unidades empregadoras. Desse total, 74 são empresas que crescem muito, rápido e possuem até oito anos de idade. Elas são conhecidas como empresas “gazelas”, e que juntas empregaram 4.465 pessoas.
No Estado, as empresas gazelas atuam em diversas atividades e setores. As que mais empregam estão nas atividades administrativas e serviços complementares, com 1.746 trabalhadores. Elas somam 16 unidades em solo capixaba.
O termo gazela associado a empresas faz referência ao mamífero de mesmo nome que possui como características crescimento rápido e agilidade Crédito: Pixabay
Na indústria e transformação, são outros 855 empregados, distribuídos por 14 empresas gazelas. Já o setor de transporte, armazenagem e correio conta com oito empresas e 704 trabalhadores.
No comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas são 17 empresas desse tipo, e que totalizam 502 empregados. No setor da construção, há cinco negócios denominados gazelas, que totalizam 173 colaboradores.
Os dados fazem parte de um levantamento realizado pelo IBGE. Apesar de terem como referência o ano de 2016, são os números mais atuais disponíveis no mercado.
As empresas gazelas representavam 0,1% do total das empresas no Espírito Santo e ocupavam 0,7% das pessoas assalariadas. Porém, apesar do número “modesto”, esse tipo de negócio oferece um crescimento médio de colaboradores ao ano, igual ou maior a 20%, e por três anos seguidos. Elas também possuem no mínimo dez pessoas assalariadas no ano inicial de observação.
Por exemplo, uma lanchonete aberta em 2013 com 20 funcionários, chega a 2014 com 24 pessoas; em 2015, já conta com 29 e, em 2016, tem uma equipe de 35 profissionais. Pelo percentual de crescimento do número de funcionários e por no mínimo três anos seguidos, além do fato dela ter menos de oito anos de idade, pode-se considerá-la uma empresa gazela.
A pesquisa do instituto mostra ainda que as empresas gazelas atuam em outros segmentos no Estado, como agricultura, informação e comunicação, atividades imobiliárias, educação, saúde humana e serviços sociais, artes, cultura e esporte.
*O autor é residente em Jornalismo da Rede Gazeta. O texto tem supervisão de Vitor Ferri

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