Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Dólar tem terceira semana seguida de alta e fecha em R$ 5,55
Mercado Financeiro

Dólar tem terceira semana seguida de alta e fecha em R$ 5,55

O exterior foi o principal fator a afetar as cotações, com o crescimento de casos de Covid-19 na Europa e aumentando as dúvidas sobre a recuperação da economia mundial

Publicado em 25 de Setembro de 2020 às 17:57

Redação de A Gazeta

Publicado em 

25 set 2020 às 17:57
dólar
Dólar fecha a semana acumulando valorização Crédito: Pixabay
O dólar fechou a semana acumulando valorização de 3,3%, a terceira semana seguida de ganhos. Marcada por intensa volatilidade, a moeda americana chegou a cair para R$ 5,38 na mínima dos últimos dias e a bater em R$ 5,62 na máxima. O exterior foi o principal fator a afetar as cotações, com o crescimento de casos de covid-19 na Europa aumentando as dúvidas sobre a recuperação da economia mundial e a falta de acordo nos Estados Unidos para aprovar um pacote de socorro fiscal, estimulando a busca por proteção na divisa americana. No Brasil, seguiu no radar dos investidores a questão fiscal.
O dólar subiu de forma generalizada no mercado financeiro mundial, atingindo os níveis mais altos em dois meses perante algumas moedas, como o euro, a libra e o dólar canadense. No câmbio, o "dólar foi o único vencedor", comentam os estrategistas de mercados do Swissquote Bank.
No Brasil, a sexta-feira foi novo dia de alta, com o dólar à vista encerrando em R$ 5,5553, com valorização de 0,81%. No mercado futuro, o dólar para outubro era negociado com ganho de 0,87%, a R$ 5,5585 às 17h.
Entre as seis moedas de países emergentes com pior desempenho no mercado financeiro mundial nesta semana, três são da América Latina: peso mexicano, real e peso colombiano. "A recente queda no apetite por risco do investidor mundial, por causa do temor de uma segunda onda de covid e da redução da chance de suporte fiscal adicional nos EUA, colocou as moedas da América Latina na linha de fogo", comenta o economista para a região da consultoria inglesa Capital Economics, Nikhil Sanghani.
O "drama fiscal" também está contribuindo para a depreciação do real, destaca Sanghani. Se por um lado as contas externas do Brasil têm mostrado nítida melhora, as fiscais estão entre as piores dos emergentes. Com isso, no ano, o dólar acumula alta de 38% no Brasil, enquanto sobe 29% na Turquia, 22% na África do Sul e 15% no México. A Capital Economics prevê o dólar acima de R$ 5,00 no Brasil ao menos até o final de 2022.
Hoje a volta da discussão de um imposto sobre transação financeira para financiar programas sociais causou desconforto entre os participantes do mercado. Para fazer um novo programa assistencial no Brasil, o governo tem de cortar outras despesas e não aumentar imposto, disse o diretor executivo da Instituição Fiscal Independente do Senado Federal (IFI), Felipe Salto, em evento virtual do Insper, onde não faltaram críticas à política fiscal brasileira.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem BBC Brasil
Anúncios do Instagram promovem material com abuso sexual infantil na Índia, segundo investigação da BBC
Urna eletrônica
Bola pra frente rumo às eleições de outubro
Imagem de destaque
O robô ficou caro ou o trabalhador humano virou uma pechincha?

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados