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Queda de 0,24%

Dólar inicia mês de maio em queda e fecha a R$ 5,41

O noticiário local ajudou a retirar pressão do câmbio, com as exportações recordes em abril, além da perspectiva de um Comitê de Política Monetária mais duro esta semana

Publicado em 03 de Maio de 2021 às 18:17

Agência Estado

Publicado em 

03 mai 2021 às 18:17
Dólar
Dólar Crédito: Arquivo - GZ
O dólar começou maio em queda ante o real, embora tenha diminuído o ritmo na reta final dos negócios, um dia antes do início dos depoimentos da CPI da Covid. A perda ao longo do dia foi sustentada pelo recuo da moeda norte-americana no mercado internacional, após indicadores mistos da atividade dos Estados Unidos divulgados nesta segunda-feira, 3. O noticiário local ajudou a retirar pressão do câmbio, com as exportações recordes em abril, além da perspectiva de um Comitê de Política Monetária (Copom) mais duro esta semana, sinalizando juros mais altos pela frente e ainda mais captações de empresas, o que deve ajudar a melhorar o fluxo cambial.
Após cair a R$ 5,37 na mínima do dia, o dólar à vista terminou o primeiro pregão do mês em queda de 0,24%, a R$ 5,4188. No mercado futuro, o dólar para junho, o contrato mais líquido, tinha leve queda de 0,02% às 17h35, em R$ 5,4505.
A reunião do Copom, que começa na terça, é o evento de curto prazo que pode dar novo fôlego ao real, avaliam os estrategistas do Citi em Nova York, Alvaro Mollica e Dirk Willer, em relatório a investidores. A aprovação do Orçamento de 2021 levou a uma redução do forte pessimismo com o Brasil entre investidores e o real ganhou força. Agora, a moeda brasileira pode corrigir parte da distorção em relação a outras moedas emergentes, ou mesmo anular este comportamento pior.
Os estrategistas do Citi comentam que, em conversas com investidores, a visão é que o BC deve manter no comunicado da reunião a expressão adotada em março, de "ajuste parcial", mas ao mesmo tempo pode sinalizar nova alta de 0,75 ponto na Selic em junho, o que tende a ajudar o real. "Em relação a moedas de emergentes, acreditados que grande parte do caminho de desempenho pior do real pode ter ficado para trás."
O JPMorgan espera que a expressão "ajuste parcial" seja retirada pelo BC do comunicado, com sinalização de nova elevação de 0,50 ponto em junho. Mas o banco americano não descarta que o Copom aponte mais uma alta de 0,75 ponto.
A expectativa pelo Copom aliado a notícias positivas sobre vacinação, incluindo a sinalização do governo na sexta-feira que está prestes a assinar a compra de mais 100 milhões de doses da Pfizer, e o superávit comercial do Brasil, de US$ 10,3 bilhões no mês passado, contribuíram para retirar pressão do câmbio nesta segunda-feira, comentam profissionais das mesas. Em abril, as exportações brasileiras tiveram o maior nível para o mês da série histórica, ajudadas pela alta dos preços das commodities.
Após a aprovação do Orçamento e com menos ruídos por enquanto em Brasília, os estrategistas do Citi destacam que os investidores voltaram a se ater aos indicadores. E no Brasil o que chama atenção atualmente é a melhora da balança comercial, por conta da alta das commodities. Ao mesmo tempo, a CPI da covid, que terá esta semana depoimento de ex-ministros da saúde, ajuda a gerar certa cautela, ressalta um gestor.

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