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Preço nas alturas

Comida está cara e é principal preocupação de Lula, diz Gleisi

A declaração ocorreu em um discurso no segundo dia do evento de aniversário de 45 anos do PT, realizado no Rio de Janeiro. Lula participou do encontro.
Agência FolhaPress

Publicado em 

22 fev 2025 às 16:56

Publicado em 22 de Fevereiro de 2025 às 16:56

A presidente do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), disse neste sábado (22) que a "comida está cara" no Brasil e que a inflação dos alimentos é a "maior preocupação" do presidente Lula (PT).
O consumo de ovos ajuda a manter a energia e a garantir o bom funcionamento muscular (Imagem: New Africa | Shutterstock)
O preço dos ovos disparou nas últimas semanas; o alimento era uma opção mais em conta em relação à carne bovina Crédito: Imagem: New Africa | Shutterstock
Ela associou o avanço dos preços a fatores como uma suposta especulação do mercado financeiro com o dólar, aumento das exportações e problemas climáticos. Gleisi, porém, falou em vencer essa etapa.
A declaração ocorreu em um discurso no segundo dia do evento de aniversário de 45 anos do PT, realizado no Rio de Janeiro. Lula participou do encontro.
"A comida está cara, sim, está cara, resultado da especulação com o dólar, do aumento das exportações e das crises do clima. Mas nós vamos vencer essa etapa", disse Gleisi.
"Sei que hoje é a sua maior preocupação, presidente [Lula], assim como temos de conter os abusos nos preços dos combustíveis, especialmente do gás de cozinha e da energia elétrica, dois setores em que o poder público foi mutilado por privatizações e constrangimento nos anos recentes", acrescentou.
Gleisi é cotada para ocupar posto no ministério de Lula. Antes e depois de falar sobre a inflação dos alimentos, a presidente do PT fez uma defesa de medidas adotadas pelo governo na economia.
Citou, por exemplo, o aumento real do salário mínimo, a ampliação do Bolsa Família e a criação de empregos desde 2023. "É inegável que o terceiro governo do presidente Lula já firmou, sim, sua marca", disse.
A carestia da comida virou dor de cabeça para o Palácio do Planalto, que fala em buscar medidas para contê-la. A comida cara é apontada como uma das razões para a perda de popularidade do presidente, que atingiu na última pesquisa Datafolha o pior nível de aprovação de sua história.
Economistas, porém, veem pouco espaço para ações eficazes, já que a elevação dos preços esteve associada a fatores como problemas climáticos e dólar alto em meio a incertezas fiscais.

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