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Preocupação no mercado

Bolsas da Europa fecham em queda com temor de nova onda de coronavírus

OMS contabilizou o maior número de novos casos de Covid-19 em 24 horas, com 183 mil novos registros da doença, sob liderança de Brasil (54.771) e EUA (36.617)

Publicado em 22 de Junho de 2020 às 15:21

Redação de A Gazeta

Publicado em 

22 jun 2020 às 15:21
Bolsa de valores
Bolsa de valores Crédito: Pixabay
As bolsas de Europa iniciaram a semana em baixa, com os investidores receosos de que uma segunda onda de infecções por coronavírus atinja os EUA e a Europa, aprofundando a recessão mundial e tornando mais distante uma recuperação econômica. O índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou o dia em baixa de 0,76%, aos 362,70 pontos.
Ontem, a OMS contabilizou o maior número de novos casos de covid-19 em 24 horas, com 183 mil novos registros da doença, sob liderança de Brasil (54.771) e EUA (36.617). Além disso, a Reuters informou que segundo o Instituto Robert Koch, a taxa de reprodução de covid-19 (um indicador de quantas pessoas alguém com o coronavírus infectaria, em média) saltou de 1,79 no sábado para 2,88 neste domingo. Na China, o reaparecimento de focos da doença tem demandado esforços do governo para evitar uma nova disseminação.
Em evento em Frankfurt, o vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, afirmou que as medidas adotadas até o momento ajudaram a impedir que a crise de saúde se transformasse em uma crise financeira sistêmica, mas os riscos de médio prazo para a estabilidade financeira aumentaram acentuadamente. Ele destacou que a previsão para o PIB da zona do euro neste ano é de contração de 8,7%, seguida de crescimento de 5,2% em 2021. "No final de 2022, o PIB da zona do euro será 4% menor do que o projetado em março de 2020", ressaltou.
Mais cedo, o presidente do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês), Andrew Bailey, afirmou em entrevista à Sky News que a instituição salvou o Reino Unido da insolvência nos primeiros estágios da crise do coronavírus. Segundo Bailey, se não fosse a intervenção do BoE durante o colapso dos mercados, o governo britânico teria tido dificuldades para se financiar. Em artigo publicado pela Bloomberg, Bailey enfatizou é preciso reduzir o balanço da instituição antes de voltar a aumentar o juro.
Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 fechou em queda de 0,76%, aos 6244,62 pontos, enquanto em Frankfurt, o índice DAX caiu 0,55%, para 12262,97 pontos. Na bolsa de Milão o FTSE MIB teve baixa de 0,71%, aos 19478,73 pontos; em Paris, o CAC 40 recuou 0,62%, para 4948,70 pontos e em Lisboa, o PSI 20 cedeu 1,06%, para 4414,20 pontos.
Em as ações, destaque para os papéis da alemã Wirecard, que despencaram 44,07% nesta sessão. A companhia vem registrando quedas desde a semana passada, diante de um escândalo contábil que levou à renúncia de seu CEO, Markus Braun, na sexta-feira. No setor aéreo, os papéis da Lufthansa caíram 3,17%, com a oposição do acionista bilionário da companhia, Heinz Hermann Thiele, ao pacote de resgate estatal de 9 bilhões de euros da companhia por causa dos impactos da pandemia.

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