Show de Bruno Mangueira e Filó Machado na madrugada de ontem em Santa Teresa.Crédito: Leonel Ximenes
Música de primeira, organização e respeito ao meio ambiente e à comunidade local. O público não percebe, mas o palco do Santa Jazz foi erguido sobre 1,5 mil paletes de madeira reciclável, aqueles estrados utilizados para ajudar no transporte, manuseio, armazenagem e suporte de cargas.
Da terra
Os paletes são produzidos em Santa Teresa mesmo e também estão sendo utilizados como suporte para mesas de centro e decoração nos restaurantes do festival de jazz.
Cardápio musical
A coluna esteve na noite de quinta e madrugada de ontem no Santa Jazz. E constatou: o evento musical cresceu tanto que precisou ser acompanhado de um grande aparato. Atrás do palco, um restaurante oferece 800 refeições por dia à equipe de apoio do festival e aos músicos.
Elas mandam
Em sua sétima edição, o Santa Jazz pensou nas necessidades específicas das mulheres, que têm um banheiro a mais que os homens à disposição.
Emprego e renda
O festival também se preocupa com a economia local. Vários estandes estão ocupados por comerciantes e empreendedores da cidade. De comida ao artesanato, tem um pouco de tudo.
Berço do jazz
No show de quinta, a bandinha da Fames Dixieland saiu caminhando pelos espaços do Parque de Exposições e o público foi atrás dançando. No clima de Nova Orleans.
Santo frio
No palco principal, o excelente guitarrista Filó Machado brincava com a noite fria de Santa Teresa: “Espero que até o final do show a minha mão esquente”.
Diversidade no prato
É impressionante a diversidade gastronômica de Santa Teresa, onde surgem os mais variados restaurantes, muito além da cozinha italiana. Tem um que oferece caranguejo, farofa e vinagrete a R$ 4, mais em conta que muitos bares e restaurantes do litoral. Tem também um novo dedicado à cozinha turca.
O turista agradece
Ponto negativo até então, a cidade dos colibris se superou aumentou e muito a oferta de hospedagem.
Homens em minoria
Entre os dias 7 e 8 de junho será realizado no Teatro da UVV o IV Congresso Mulheres no Processo Civil. Elas mandam: dos 40 palestrantes, 80% serão mulheres.
Dois pesos
Do presidente da OAB-ES, Homero Mafra, sobre o ponto facultativo de última hora no Judiciário capixaba: “O Brasil não suspende prazos processuais quando falta combustível, mas adora um feriadão”.
Menos dois
São tantos anos que o presidente reeleito da Fecomércio-ES errou nas contas. José Lino Sepulcri informa que sua próxima gestão será de quatro anos (2018-2022), e não seis, como ele próprio havia divulgado.
Coincidência, né?
A unidade de emissão de passaporte da Polícia Federal no Shopping Praia da Costa estava fechada ontem. Motivo alegado: manutenção e higienização. Exatamente numa sexta, após o feriado.
O ES perde
Pedro Parente era considerado um aliado dos interesses do Espírito Santo no setor de petróleo.
Alô, Temer!
Ontem um posto na Av. Vitória recebeu diesel da distribuidora a 12 centavos mais barato, muito longe dos 46 centavos anunciados.
Alô, eleitor!
Que tal dar um “ponto facultativo” permanente para alguns políticos na próxima eleição?
Leonel Ximenes
Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.