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Ricardo Paixão

Desemprego, um problema que não pode esperar

Se não controlado, o desemprego pode provocar reduções no consumo e na produção, agravando mais o drama social

Publicado em 14 de Novembro de 2018 às 15:18

Públicado em 

14 nov 2018 às 15:18

Colunista

Ricardo Paixão*
Com cerca de 12,5 milhões de desempregados no país, conforme dados do terceiro trimestre de 2018 (julho a setembro), divulgados pelo IBGE, o desemprego encontra-se em um nível bastante elevado.
Sem sombra de dúvidas, é um dos grandes problemas que precisará constar na pauta de prioridades
da equipe econômica do novo governo. Caso não seja controlado, o desemprego pode provocar reduções no consumo e na produção, agravando ainda mais o drama social de milhões de famílias que dependem exclusivamente da renda do trabalho para pagar suas contas.
 
Desde o primeiro semestre de 2016, o desemprego atinge mais de 10 milhões de brasileiros. A taxa alcançou o seu auge no primeiro trimestre deste ano, quando chegou a quase 13,7 milhões de pessoas. O elevado número de trabalhadores sem emprego é fruto da recessão econômica iniciada em 2014. Nesse período, as empresas reduziram os investimentos e demitiram milhões de pessoas, mantendo um enorme contingente de desempregados.
 
Nos setores onde houve aumento na quantidade de vagas, este número refere-se, em sua maioria, a empregos sem carteira assinada, cujo incremento foi de 4,7%, em comparação ao trimestre anterior (entre os meses de abril e junho). Esse cenário demonstra que, na busca por alternativas para sobreviver, muitos encontram na informalidade a única oportunidade de conseguir alguma renda para sustentar suas famílias.
O melhor remédio para reduzir o desemprego é o crescimento econômico. Para isso, será necessário arrumar as contas públicas, criando condições para reduzir ainda mais os juros para o consumidor. Com o aumento do consumo e dos investimentos privados, o mercado de trabalho voltará a se recuperar. Os ajustes nas contas públicas irá exigir também a execução de um conjunto de reformas com destaque para três áreas: a previdenciária, a tributária e a desburocratização da atividade empreendedora. Sem elas, dificilmente criaríamos os alicerces para avançarmos na área econômica.
 
*É presidente do Corecon-ES
 

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