Em um cenário de transformações econômicas, novas formas de investimento e mudanças constantes nos mercados, alguns ativos atravessam gerações mantendo seu papel na construção de patrimônio. Entre eles, o imóvel ocupa um lugar histórico: representa um bem concreto, associado a localização, escassez, uso, segurança e potencial de valorização.
É a partir dessa perspectiva que o Grupo Proeng apresenta o conceito Moeda Forte, uma visão sobre o imóvel que vai além do preço de mercado e considera a capacidade de representar patrimônio ao longo do tempo.
No Espírito Santo, o desempenho recente do mercado imobiliário ajuda a traduzir essa ideia em números. Dados do Índice FipeZAP mostram que Vila Velha registrou valorização de 15,57% nos últimos 12 meses, a maior entre as 56 cidades monitoradas pelo levantamento. No acumulado de 2026, a valorização residencial no município chegou a 9,68%.
Vitória também aparece em posição de destaque no cenário nacional. A capital capixaba alcançou preço médio de R$15.448 por metro quadrado, um dos maiores valores registrados pelo índice no país. Assim, os números ajudam a evidenciar os fundamentos que sustentam a percepção do imóvel como um ativo de longo prazo.
A nova campanha da Proeng parte da associação histórica da terra à riqueza, à segurança e à construção de patrimônio. Nesse contexto, o conceito de “moeda forte” reforça a capacidade de um imóvel de preservar seu valor ao longo do tempo, impulsionado por fatores como localização, infraestrutura, qualidade construtiva, demanda, segurança e perspectivas de desenvolvimento urbano.
Para Lamberto Palombini Neto, presidente do Grupo Proeng, a valorização observada no mercado capixaba não é resultado apenas de um movimento pontual.
“Os dados que acompanhamos ao longo de 2026 mostram uma trajetória consistente de valorização no mercado imobiliário capixaba, especialmente em Vitória e Vila Velha. Para 2027, nossa expectativa é de continuidade desse movimento, porque os fundamentos que sustentam essa valorização, como a escassez de terrenos bem localizados e o aumento no custo da construção civil, seguem presentes. O Espírito Santo vive um momento importante de desenvolvimento imobiliário, e seguimos atentos às oportunidades que esse cenário apresenta”, afirma.
A análise reforça uma premissa central do conceito Moeda Forte, de que patrimônio não se constrói apenas olhando para o valor de hoje, mas entendendo os elementos que podem sustentar esse valor no futuro.
Inclusive, com 37 anos de atuação, o Grupo Proeng já entregou 95 edifícios, totalizando mais de 3.800 unidades residenciais, comerciais e hoteleiras e mais de 240 mil metros quadrados de área construída. O grupo também possui atuação no Rio de Janeiro e em Goiás.
Divulgação/Proeng
Para marcar o lançamento da campanha “Moeda Forte”, a Proeng reuniu, nesta terça-feira (1º), corretores e imobiliárias parceiras em mais uma edição do "Proeng Connect", realizada no Cine Jardins, em Vitória. O encontro integrou as ações do mês dos corretores, comemorado em agosto, e foi marcado pelo reconhecimento dos profissionais que se destacaram nas vendas realizadas entre janeiro e julho deste ano.
Além do reconhecimento aos parceiros, o encontro trouxe conteúdo voltado à inovação e à qualificação profissional. A jornalista e editora Karine Nobre, que atua há quase 20 anos na cobertura do mercado imobiliário, conduziu uma palestra sobre Inteligência Artificial para Corretores.
Durante a apresentação, Karine mostrou como a IA pode ser incorporada à rotina dos profissionais para tornar processos mais rápidos e estratégicos, sem substituir a experiência e a capacidade de decisão do corretor.
Um dos exemplos apresentados mostrou como uma simples nota de voz feita após uma visita a um imóvel pode ser transformada, com auxílio da ferramenta, em informações estruturadas para o CRM, uma mensagem personalizada de follow-up e uma recomendação de próxima ação comercial.