A alta capacidade dos cães em identificar vários tipos de odores, muitas vezes indetectáveis pelo olfato humano, é um dos diferenciais no auxílio que esses animais proporcionam ao trabalho da Polícia Federal no país. Esses cães auxiliam, em especial, no trabalho de repressão e prevenção ao uso de drogas em rodovias, portos, aeroportos e navios, bem como até de explosivos. No Estado, o responsável por cuidar do canil regional da Polícia Federal é o agente Bruno Stoll, da Delegacia de Repressão às Drogas. E já vai uma curiosidade de início. Atualmente, no Espírito Santo, não há um cão específico que seja do Estado.
No canil são cuidados cães que veem de outros Estados, como é o caso da Drica, cadela que atua na Repressão às Drogas no Rio de Janeiro e que veio passar um período apoiando no combate às organizações criminosas capixabas. Para o início do próximo ano, a expectativa é de que dois cães que estão sendo treinados no canil central da PF, em Brasília, passem a atuar com dois policiais aqui no Espírito Santo, sendo um deles o agente Stoll. Este é o tema em destaque nesta edição do "Segurança em Foco".
Segurança Em Foco - Bruno Stoll - 10-11-22.mp3