Maria Sanz acredita que a palavra tem corpo e alma, uma parte concreta feita de letras, outra sublime, o espírito da palavra, justamente o que dá sentido a ela. "Essa é a beleza das palavras, e do nome próprio sobretudo. Ele é enfeitado por quem o carrega, ele é preenchido e contido por quem carrega esse nome", diz Maria. Ouça a crônica na íntegra:
Crônica do Cotidiano - Maria Sanz Martins - 21-10-15