Nesta edição do “Economia e Negócios”, o comentarista Abdo Filho traz como destaque a informação de que o Ministério dos Transportes tomou a decisão de acionar a Secretaria de Solução Consensual e Prevenção de Conflitos do Tribunal de Contas da União (TCU), uma câmara de arbitragem criada pela instituição, para tentar um acordo entre as pontas do nó que virou a concessão do trecho da BR 101 que corta do Espírito Santo: o próprio Ministério dos Transportes, Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT) e a concessionária EcoRodovias. Tudo mediado pelo Tribunal de Contas e sob a supervisão do governo do Estado, que se sentará à mesa. A primeira reunião conciliação deve acontecer ainda na primeira quinzena de maio.
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A EcoRodovias, com o argumento de que vários pontos do contrato assinado em 2013 não foram cumpridos pelo poder público, não abre mão de ser indenizada em algo próximo a R$ 600 milhões.
O governo estadual — que diante da devolução anunciada em julho do ano passado se apresentou para assumir temporariamente a concessão e evitar que as obras de duplicação parassem — só topa colocar dinheiro, R$ 1 bilhão, em obras. Não há chance de pagar indenização.