O desembargador substituto Délio José Rocha Sobrinho devolveu ao Ministério Púbico Estadual (
MPES) a interpelação judicial do procurador-geral de Justiça,
Eder Pontes, contra o deputado estadual
Sergio Majeski (PSB), sem nenhuma definição.
Agora, caberá a
Eder Pontes decidir se tomará alguma providência em face de Majeski. Em tese, de posse das alegações de Majeski, o procurador-geral de Justiça pode ingressar com alguma ação penal contra Majeski na Justiça por crime contra a honra (calúnia, difamação etc.).
No dia seguinte, em entrevista ao telejornal “Bom Dia ES”, Majeski afirmou que teria se tratado de uma “troca de gentilezas”.
Da fala de Majeski, o procurador-geral de Justiça extraiu uma insinuação de conluio, sem provas, entre o comando do MPES e o da Assembleia.
O comando do MPES está tratando o caso com a máxima reserva. Mas a coluna apurou que Eder Pontes esperava que Majeski pudesse se retratar na sua manifestação em juízo. Como isso não ocorreu, é possível – mas não certo – que o procurador-geral de Justiça tome alguma providência jurídica posterior em face do deputado.
Ou seja: este capítulo foi encerrado, mas esta história pode não terminar aqui.