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Virgínia Pelles

Desequilíbrio emocional de casais pode ser porta para a violência

A maioria das pessoas encontra enorme dificuldade em controlar as próprias emoções, e, em meio a uma discussão, precisa compreender a confusão emocional alheia

Publicado em 07 de Maio de 2019 às 17:29

Públicado em 

07 mai 2019 às 17:29
Virgínia Pelles

Colunista

Virgínia Pelles

Amber Heard acusou Johnny Depp de violência doméstica em 2016 Crédito: Reprodução/Instagram
Em uma breve análise, é possível perceber certo desequilíbrio emocional nos relacionamentos de várias pessoas famosas, infelizmente. Vemos atores com mil faces, como Johnny Depp, que com tantas máscaras demonstram extrema dificuldade em manter relacionamentos.
A maioria das pessoas encontra enorme dificuldade em controlar as próprias emoções, e, em meio a uma discussão, precisa compreender a confusão emocional alheia. E isso parece muitas vezes não ter fim. E quando se descobre o controle emocional passa se a sofrer menos com os relacionamentos, mas para isso é necessário maturidade emocional, é necessário saber lidar com os sentimentos e emoções, sem que isso interfira nos relacionamentos, saber mantê-los é uma habilidade que pode ser aprendida e desenvolvida, porque ela está ligada diretamente as suas escolhas e seus comportamentos.
Podemos dizer que quem tem maturidade emocional consegue controlar sua reação diante de cada sentimento ou emoção, nesse momento essa pessoa sabe realizar escolha de qual caminho seguir, caminhos de guerra ou de paz. A falta de maturidade nos torna reféns dos sentimentos e emoções, e as reações vão seguir pelo impulso, e se o parceiro também seguir pelo impulso imagina o que vai dar.
Crédito: Pixabay
A ausência de maturidade emocional é vista por meio de alguns padrões de comportamentos que ficam um pouco mais fáceis de identificar, como por exemplo: pequenas brigas se tornam grandes e trágicos eventos onde o fim da relação é aclamado; ausência de diálogo na disputa de egos de quem está certo; ausência total de perdão ou de um pedido de desculpas com base nos acontecimentos anteriores; ciúme e tentativa de controle sobre a vida alheia, associado a desconfianças; ausência de incentivo para momentos a sós, por achar que “a vida só é completa com você ao meu lado”; dificuldade de compreensão de limitações alheias; excessivas cobranças por melhorias e mudanças de comportamento; términos e retorno de relacionamento. Acho que já deu pra entender, né?
Se você passa por isso, mude, se seu parceiro (a) faz você passar por isso, mude também, quando você muda tudo ao seu redor muda, compreenda suas emoções e sentimentos, aprenda a controlá-los e depois compartilhe isso com quem você se relaciona, em busca de um relacionamento saudável. E caso mesmo assim sinta que ainda precisa de ajuda, procure um profissional habilitado, às vezes fica mais em conta do que perder tanto tempo batendo cabeça sozinho, afinal de contas, tempo é o nosso bem mais valioso.

Virgínia Pelles

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