A partir do mês de março, terá início o processo de desligamento dos servidores públicos que atuam por designação temporária nas prisões do Espírito Santo, exercendo as funções de monitor de ressocialização prisional. A medida deve atingir cerca de 1.800 profissionais nos próximos dois a três anos, período em que vão ser gradativamente substituídos por policiais penais. As ações acompanham acordo estabelecido com o Ministério Público do Espírito Santo (MPES) para a redução do número de temporários nos quadros da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), por intermédio da realização de concursos públicos, assinado no final de 2023 e reafirmado no final do ano passado. Esse é o destaque da comentarista Vilmara Fernandes no quadro “Justiça, Segurança & Cidadania”. Acompanhe.
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