Tentar chegar ao cume do Monte Everest, no Nepal por si só já é uma dificuldade para quem se dispõe ao desafio. Há distantes 14 mil quilômetros de distância entre o Espírito Santo e a Cordilheira do Himalaia, estão familiares, amigos e pessoas curiosas em saber notícias do cotidiano de uma pessoa em um dos locais mais inóspitos e perigosos da terra, caso do capixaba Juarez Gustavo, que tenta chegar aos 8.848 mil metros do ponto mais alto do planeta terra.
Como é de se esperar, a comunicação é quase tão árdua como algumas das atividades necessárias a se fazer no Everest.
"(A comunicação) é muito precária. Existe apenas uma empresa que fornece o serviço de intenet. Eles vendem pacotes de 1, 2 ou 10 GB, sendo que este último custa uns 200 dólares (R$ 795,26 na cotação atual). É a unica forma de comunicação aqui", explicou Juarez.
Essa dificuldade é maior para alpinistas e escaladores, como é o caso do capixaba Juarez Gustavo. Para quem coordena as expedições, a comunicação é um pouco mais facilitada.
"É Importante informar que há uma disponibilidade exclusiva para os líderes das expedições, que precisam de comunicação de qualidade em tempo real para, por exemplo, terem as atualizações de previsão do tempo para orientar, via rádio, os escaladores e sherpas montanha acima", complementou.