O que separa o erudito do popular? Porque esses dois mundos não se misturam com facilidade? O violinista Ricardo Herz, um dos grandes nomes do violino no Brasil, tem a resposta na ponta da língua: “Acho que o academicismo da música erudita afasta”.
Ricardo, o cara da foto que ilustra este texto, é considerado o reinventor do violino brasileiro. Aos 41 anos. Apesar da formação erudita, ele se considera um músico popular. Ao lado da Camerata Jovem Vale Música, ele se apresenta no próximo dia 25, no Teatro Universitário, na Ufes, com um espetáculo que mescla composições próprias (algo raro em músicos de formação erudita) e músicas de seu disco com canções do folclore infantil. Confira entrevista com ele.