Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Ziriguidum

Prepare-se para os desfiles do Grupo A

Quem abre a passarela do samba é a Andaraí, a partir das 22h

Publicado em 22 de Fevereiro de 2019 às 00:16

Públicado em 

22 fev 2019 às 00:16

Colunista

Mestre-sala e porta-bandeira da Escola de Samba Imperatriz do Forte no Sambão do Povo - Crédito: Nestor Muller
Hoje é o segundo dia dos desfiles do Carnaval de Vitória! Quem abre a passarela do samba é a Andaraí, a partir das 22h. Depois passam pelo Sambão do Povo, nesta sequência: Unidos de Barreiros, Rosas de Ouro, Independentes de São Torquato, Chega Mais, Tradição Serrana, Chegou o que Faltava e, encerrando a segunda noite, a Império de Fátima. 
Se você quer conferir o espetáculo das escolas e não comprou ingresso, não entre em pânico: a novidade é que a organização também resolveu criar um ponto de venda na entrada principal do Sambão do Povo. Este ponto já funcionou ontem e hoje abre a partir das 13 horas para a população. Um dos organizadores do evento, Raimundo Nonato explicou que a medida foi adotada devido à alta procura e para facilitar a compra para o público. Para quem vai curtir das arquibancadas, é proibida a entrada com garrafas de vidro e caixa térmica. Bolsas térmicas estão permitidas.
ÔNIBUS
Vale lembrar que haverá reforço nas linhas 130, 160 e 210 da Setran a partir da zero hora de sábado (23) e domingo (24). Um ponto de ônibus provisório funcionará na calçada central de acesso à Rodoviária de Vitória, na descida do Clube Náutico Brasil. Haverá ainda pontos de táxi na entrada do Sambão do Povo, na Rua Rosilda Falcão dos Santos, próximo ao Teatro Carmélia, e na dispersão, próximo à colônia de pescadores.
IDENTIDADE DO RITMISTA
A coluna teve acesso ao resultado parcial da pesquisa sobre o perfil do ritmista capixaba, desenvolvida na UVV pelo professor Anselmo Hudson e pelo graduando em Marketing Maximiliano Moreira. Dos 450 ritmistas entrevistados, 67% tocam em apenas uma escola e outros 33% tocam em duas escolas do grupo especial e em duas do grupo de acesso. Homens representam 72% dos entrevistados e mulheres 28%.
IDENTIDADE DO RITMISTA 2
O dado sobre a idade dos ritmistas indicou um equilíbrio entre as faixas etárias: 18% deles tem até 18 anos; 23% tem entre 19 e 25 anos; 16% entre 26 e 29 anos; 20% entre 30 e 39 anos; 13% entre 40 e 49 anos e 10% acima de 50 anos. Em relação à cor da pele, 16% se consideram brancos, 47% pardos e 36% se consideram negros, totalizando 99% da amostra.
IDENTIDADE DO RITMISTA 3
Outro dado interessante é o de que 47% dos ritmistas têm escolaridade a partir do curso superior incompleto, sendo que 14% cursam o ensino superior, 13% são graduados e 9% possuem alguma especialização. Os outros 53% têm até o ensino médio completo. Do total, 48% dos ritmistas estão satisfeitos com o respeito da sociedade para com o carnaval. Que bom!
RENOVAÇÃO NO SÍMBOLO MÁXIMO DA ESCOLA
Quem for hoje ao Sambão do Povo vai notar algo diferente na bandeira da Chegou o que Faltava. É que a escola decidiu atualizar a arte do pavilhão – como também pode ser chamado o símbolo máximo da agremiação – e incluir a cor rosa, que antes ficava só no escudo. A identidade é do artista Adalmir Menezes, de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. 
 NOSSA MAJESTADE!
A rainha do Carnaval de Vitória, Jordana Catarina, esbanja samba no pé em suas aparições no Sambão do Povo. A disposição é resultado do acompanhamento com o personal Edmilson Martins. 
 

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
2 milhões no show da Shakira no Rio? Como é feita contagem de multidões e por que ela importa
Imagem de destaque
O preço (e o risco) de ceder ao crime
Foto de Antonio Gramsci por volta dos 30 anos, nos anos 1920.
De volta ao pessimismo da razão e ao otimismo da vontade

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados