Embora a Vale não tenha se pronunciado até o momento sobre o reflexo que o rompimento da barragem em Brumadinho, Minas Gerais, irá causar nas operações da empresa no Espírito Santo, pessoas ligadas à companhia e especialistas garantiram que não haverá impacto direto nas atividades locais.
Uma fonte explicou à coluna que a Mina do Feijão representa apenas 1,5% da produção da Vale no sistema Sudeste, que inclui as oito usinas de pelotização da mineradora em Tubarão. “Pra gente, é zero impacto. Não haverá reflexo no faturamento do ponto de vista da produção. Mas do ponto de vista do impacto social, ele é imenso.”
Essa mesma pessoa esclarece que, como a Mina do Feijão estava desativada e passava pelo processo de homologação para ser aterrada, a empresa não contava com ela para a sua produção principal. Além disso, o fato dela estar inativa também reduz os prejuízos ambientais. Embora eles existam, serão em menor grau do que os impactos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, em novembro de 2015.