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Comércio

Compra de aviões: empresários querem que Fisco dobre capacidade no ES

Espírito Santo é responsável pelo recebimento de grande parte das aeronaves importadas pelo Brasil. Até o final do ano, negócio movimentará mais de R$ 5 bi

Publicado em 13 de Setembro de 2022 às 03:59

Públicado em 

13 set 2022 às 03:59
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

Aeronave utilizada é um Legacy 500 – denominado, na Força Aérea Brasileira (FAB) como IU-50
Legacy 500: aviação executiva cresce forte no Brasil Crédito: Reprodução/Força Aérea Brasileira
Nos últimos 15 anos o Espírito Santo se consolidou como a maior porta de entrada de aeronaves executivas do país. Incentivos fiscais, segurança jurídica, localização e boa infraestrutura criaram um ambiente muito atrativo para o negócio. Algo perto de 80% das aeronaves destinadas a voos privados importadas pelo Brasil entram pelo Espírito Santo. Números levantados pelo Sindiex (Sindicato do Comércio de Exportação e Importação) mostram que, até agosto, foram faturados US$ 536,2 milhões por aqui (R$ 2,73 bi). A expectativa é superar os R$ 5 bi até o final do ano.
"Temos uma demanda reprimida na aviação executiva do país. O Brasil é um país de dimensões continentais, ter uma aeronave não é barato, mas gera um ganho de eficiência e segurança enorme. Estamos sendo demandados por executivos e empresários de todos os setores, mas principalmente do agronegócio. Nossa expectativa é de que o mercado cresça 30% ao ano, mesmo com dificuldades nos aeroportos regionais e a economia ainda devagar", afirma Luciano Sapata, vice-presidente da Sertrading, uma das maiores importadoras de aeronaves do país.
Diante de uma demanda que só faz e fará crescer, os empresários já iniciaram um movimento junto à Receita Federal para que haja mais slots (prazo dado pela autoridade entre o pouso e a decolagem) dedicados à nacionalização de aeronaves no Aeroporto de Vitória. "O novo aeroporto acabou com o problema de espaço que nós tínhamos, agora estamos em um trabalho junto à Receita para que tenhamos mais slots. Hoje, podemos fazer três operações ao mesmo tempo, mas tem hora que dá fila. Mais duas ou três posições seriam o ideal. Estamos em conversas com a Receita porque sabemos que isso demanda estrutura e pessoal. É um trabalho conjunto que estamos propondo", explica Luiz Fernando Braga, diretor do Sindiex e da Comexport Trading Comércio Exterior.
Os preços das aeronaves importadas pelo Espírito Santo partem de US$ 800 mil e chegam a US$ 80 milhões. Apesar disso, alguns modelos, se encomendados hoje, só chegarão em 2025. 

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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