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Parceria

Colaboração entre ES e EUA em prol da prosperidade

Muito ainda há por fazer para explorar o vasto potencial que temos como amigos e parceiros. A pergunta que devemos nos fazer agora é: de que outra forma podemos cooperar?

Publicado em 07 de Junho de 2018 às 15:50

Públicado em 

07 jun 2018 às 15:50

Colunista

James Story, cônsul-geral dos Estados Unidos no Rio de Janeiro
James Story*
Um grande privilégio da minha carreira como diplomata representando o povo americano ao redor do mundo é ter tantos lugares para chamar de “lar” - lugares que me acolhem, proporcionam experiências e apresentam pessoas inesquecíveis. Esses são lugares onde, junto com essas pessoas extraordinárias, pude participar de uma evolução real rumo a prosperidade e crescimento, tanto para meus anfitriões como para o povo americano. Para mim, o Espírito Santo é um desses lugares.
Ao refletir sobre os últimos três anos, durante os quais tive a honra de representar os Estados Unidos no Espírito Santo, Bahia e Rio de Janeiro, estou mais do que nunca convencido de que nossa história, cultura e valores compartilhados seguirão avançando para parcerias cada vez mais duradouras e benéficas entre nós. Eu sou grato. Não apenas pela oportunidade de servir meu país pela terceira vez no Brasil, mas também pela oportunidade de conhecer e trabalhar com tantas pessoas inspiradas (e inspiradoras), que estão fazendo acontecer por suas comunidades e seu país.
Um dos meus objetivos para o trabalho do Consulado dos EUA no Espírito Santo durante os últimos três anos foi ampliar e fortalecer relações comerciais e humanas com os Estados Unidos. Para isso, em novembro de 2017, com a participação do governador Paulo Hartung, viajei para o Estado americano da Carolina do Sul com uma delegação de mais de 20 empresários do Espírito Santo. Esse grupo de executivos brasileiros, e os americanos com quem eles se encontraram, viram potencial ilimitado na combinação entre o empreendedorismo e a inovação americana e capixaba para gerar empregos, oportunidades e prosperidade. Eles se encontraram com o governador da Carolina do Sul, Henry McMaster, o secretário de Comércio e diversos líderes locais, todos os quais deram as boas-vindas a investimentos brasileiros.
Um dos meus objetivos para o trabalho do Consulado dos EUA no Espírito Santo durante os últimos três anos foi ampliar e fortalecer relações comerciais e humanas com os Estados Unidos
Também visitamos algumas instituições de ensino superior, incluindo a Universidade da Carolina do Sul e a Faculdade de Charleston.
Dos movimentados campi universitários à ampla unidade de produção da fábrica da Boeing em North Charleston, a visita evidenciou oportunidades de parcerias entre setores. Eu acredito que as possibilidades que emergiram desta viagem se transformarão em paceriais frutíferas e duradouras e mútua prosperidade. Diversos membros da delegação já retornaram à Carolina do Sul para retomar as conversas sobre como expandir seus negócios para novos mercados nos Estados Unidos. Na viagem, fiquei impressionado com o entusiasmo de todos os participantes – energia inspirada pela crença de que juntos podemos realizar mais e ir mais longe.
Como podem perceber, eu sou um otimista. Esses tipos de conversas e trocas beneficiam nossos dois países, enquanto criam novos laços entre nossas sociedades.
Mas eu também sou um realista. Muito ainda há por fazer para explorar o vasto potencial que temos como amigos e parceiros. A pergunta que devemos nos fazer agora é: de que outra forma podemos cooperar? Depois de três anos aqui, acredito que devemos nos esforçar para trabalhar, estudar e inovar ainda mais juntos, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Ao passo que o Espírito Santo recupera sua força na exploração e extração de petróleo e gás, o Estado pode fazer parcerias com empresas americanas para criar novas oportunidades, e não somente em óleo e gás, mas em toda cadeia econômica. Nós devemos aprender mais juntos.
Eu aplaudo o Estado por seus esforços incomparáveis em expandir significativamente o ensino da língua inglesa por meio de programas como o Escola Viva. Essa abordagem inovadora está abrindo caminhos para que as novas gerações sejam bem-sucedidas no Brasil e mundo afora, incluindo em universidades americanas. Trabalhar e pesquisar juntos criará um ambiente para mais inovação, tornando o futuro dos nossos dois países ainda mais brilhante.
Às pessoas que receberam a mim e minha família de braços abertos no Espírito Santo a cada visita nossa, a negócios ou turismo, o meu muito obrigado. Partir triste, mas com sentimento de realização é, eu acredito, o que os brasileiros chamam de “saudades”. Obrigado, capixabas, por me fazerem sentir em casa em sua casa.
*O autor é cônsul-geral dos Estados Unidos no Rio de Janeiro
 

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