Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Veterinário é preso por tráfico de cetamina no Distrito Federal
Operação

Veterinário é preso por tráfico de cetamina no Distrito Federal

A substância é a mesma que teria levado à morte de Djidja Cardoso, em Manaus. O veterinário, que não tinha passagens pela polícia, será indiciado por tráfico de drogas
Agência FolhaPress

Publicado em 

07 jun 2024 às 17:12

Publicado em 07 de Junho de 2024 às 17:12

A operação aconteceu nesta sexta-feira (7) em Ceilândia (DF)
A operação aconteceu nesta sexta-feira (7) em Ceilândia (DF) Crédito: Polícia Civil | Distrito Federal
Um veterinário de 30 anos foi preso, nesta sexta-feira (7), suspeito de comandar um esquema de tráfico do anestésico cetamina em Ceilândia (DF). A substância é a mesma que teria levado à morte de Djidja Cardoso, em Manaus (AM). Em pouco mais de um ano, ele teria adquirido cerca de 93 litros da droga. Ele é dono de uma clínica veterinária na região administrativa do DF.
Essa quantidade é suficiente para anestesiar pelo menos 124.933 gatos, 41.644 cachorros ou 1.249 cavalos, segundo a Polícia Civil. Foram apreendidos mais de dez frascos de cetamina. O veterinário, que não tinha passagens pela polícia, será indiciado por tráfico de drogas. A operação ocorreu com apoio técnico do Ministério da Agricultura.
Um vídeo divulgado pela Polícia Civil mostra os agentes arrombando a clínica veterinária. Na gravação, produtos como a cetamina são encontrados em meio a panelas com resto de comida. Algumas caixas estavam dentro de um fogão.

Caso Djidja

Djidja Cardoso foi encontrada morta dentro de casa em Manaus no dia 28 de maio. A principal suspeita é de que a ex-sinhazinha do Boi Garantido, associação do Festival Folclórico de Parantins, sofreu uma overdose de cetamina.
A família Cardoso já era investigada por liderar um grupo religioso. Seita forçava seguidores a usar cetamina para "transcender a outra dimensão e alcançar um plano superior e a salvação", diz a polícia. A polícia detalha que Cleusimar, mãe de Djidja, seria Maria; Ademar, irmão da ex-sinhazinha, assumia a figura de Jesus; enquanto Djidja seria Maria Madalena.
O grupo religioso se chamava "Pai, Mãe, Vida". Segundo a polícia, eram realizados rituais com o uso indiscriminado de cetamina, que tem efeitos alucinógenos. As investigações apontam que algumas vítimas passaram por violência sexual e aborto.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Nova geração do Toyota RAV4 vem direto do Japão com motorização híbrida de 239 cv
Imagem de destaque
Associação critica afastamento de colegas de PM que matou casal em Cariacica
Imagem de destaque
Alemanha cria mecanismo de busca para saber se ancestrais eram nazistas

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados