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Após jogo no RJ

Torcedor do Fluminense foi morto após discussão sobre política, diz MP

Thiago da Motta foi baleado em uma discursão com o policial penal Marcelo de Lima; Bruno Tonini Moura, amigo de Thiago, ficou gravemente ferido

Publicado em 12 de Abril de 2023 às 07:48

Agência FolhaPress

Publicado em 

12 abr 2023 às 07:48
Thiago Leonel era torcedor do Fluminense e foi morto a tiros após primeiro jogo da final do Carioca
Thiago Leonel era torcedor do Fluminense e foi morto a tiros após primeiro jogo da final do Carioca Crédito: Reprodução/Redes Sociais
O MP-RJ denunciou o policial penal Marcelo de Lima por homicídio triplamente qualificado. Ele é acusado de matar Thiago da Motta em uma discussão após o primeiro jogo da final do Campeonato Carioca, no último dia 1º. Segundo a denúncia, o crime aconteceu por motivação política.

Veja o que aconteceu

O MPRJ publicou que "em frente à pizzaria 'Os Renatos', localizada na Rua Isidro de Figueiredo, Marcelo teria dito que 'petista é igual flamenguista, tudo burro e ladrão'".
Ainda segundo o documento, "após uma discussão, o denunciado, com vontade livre e consciente de matar, efetuou disparos de arma de fogo contra as vítimas".
De acordo com o que foi encaminhado à 4ª Vara Criminal da Capital, "os crimes foram praticados por motivo torpe, em razão do inconformismo de Marcelo com as posições políticas expressadas pelas vítimas após suas declarações".

O caso

Thiago Leonel Fernandes da Motta foi morto e Bruno Tonini Moura ficou gravemente ferido após serem alvo de cerca de 10 tiros.
Eles estavam no bar após a partida entre Flamengo e Fluminense, primeiro jogo da final do Carioca.
Inicialmente, testemunhas disseram que a briga teria sido motivada por conta de uma pizza. O que não se confirmou.
Thiago era torcedor do Fluminense, assim como Bruno. O clube se manifestou nas redes sociais e pediu rigor nas apurações do caso.
O policial penal Marcelo de Lima teve a prisão preventiva decretada pelo juiz Bruno Rodrigues Pinto, da Central de Audiências de Custódia.
Na ocasião, a hipótese de legítima defesa foi descartada pelo juiz.
Marcelo de Lima foi transferido para o presídio Frederico Marques para a Cadeia Pública Constantino Cokotós, em Niterói. O local é destinado a policiais civis e penais da ativa.

Quem era Thiago

Quem era Thiago Thiago era fotógrafo, cinegrafista, diretor de fotografia e sambista.
Ele foi um dos criadores do Samba Pra Roda.
O grupo se manifestou nas redes sociais na ocasião.
"A partir de agora, toda vez que nos reunirmos vai faltar um amigo, um irmão, um colega de trabalho e um incentivador dos nossos encontros repletos de samba e alegria", diz trecho da publicação.

O que diz o Ministério Público 

"O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 1ª Promotoria de Justiça junto ao IV Tribunal do Júri da Capital, denunciou, nesta terça-feira (11/04), o policial penal Marcelo de Lima, por homicídio triplamente qualificado. No último dia 1º de abril, após a partida entre Flamengo e Fluminense, no estádio do Maracanã, Marcelo atirou por diversas vezes contra os torcedores do Fluminense Thiago Leonel Fernandes da Motta e Bruno Tonini Moura, em frente a uma pizzaria, causando a morte de Thiago.
A denúncia relata que, por volta das 22h52, em frente à pizzaria "Os Renatos", localizada na Rua Isidro de Figueiredo, Marcelo teria dito que "petista é igual flamenguista, tudo burro e ladrão", o que provocou a revolta das vítimas. Após uma discussão, o denunciado, com vontade livre e consciente de matar, efetuou disparos de arma de fogo contra as vítimas, causando a morte de Thiago e só não matando a outra pessoa por circunstâncias alheias à sua vontade, uma vez que Bruno recebeu pronto e eficaz atendimento médico.
De acordo com o documento encaminhado à 4ª Vara Criminal da Capital, os crimes foram praticados por motivo torpe, em razão do inconformismo de Marcelo com as posições políticas expressadas pelas vítimas após suas declarações, com emprego de meio que resultou em perigo comum, uma vez que o denunciado atirou em via pública, com grande número de pessoas circulando e confraternizando em bares locais. Além disso, os crimes foram praticados mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas, pegas desprevenidas pela ação inesperada do denunciado".

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