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Temporal atinge linhas de alta tensão e deixa SP sem energia

Há moradores há mais de 13 horas sem luz; tempestade matou ao menos sete pessoas

Publicado em 12 de Outubro de 2024 às 14:21

Agência FolhaPress

Publicado em 

12 out 2024 às 14:21
A Enel afirmou que o temporal que atingiu a cidade de São Paulo na sexta-feira (11) foi um "evento climático extremo" que causou o desligamento de 17 linhas de alta tensão. Até a manhã deste sábado (12), cinco haviam sido plenamente restabelecidas. Além disso, 11 subestações de energia foram desligadas, sendo que 8 foram religadas.
Em entrevista coletiva, a empresa se esquivou de dar um prazo para o religamento da energia em todos os locais. Há moradores de São Paulo há mais de 13 horas sem luz. "Eu não quero passar uma previsão para vocês sobre a qual eu não tenho evidência real de que vamos conseguir atender", disse o presidente da Enel São Paulo, Guilherme Lencastre.
"A meta é reestabelecer todos os clientes o mais rápido possível, mas temos que trabalhar com as informações que temos, e ainda temos muitas informações chegando", afirmou. "Temos consciência do transtorno, sabemos da nossa responsabilidade", completou o presidente da Enel.
No total, 2,1 milhões de clientes ficaram sem energia durante o temporal. Até a manhã deste sábado, a luz havia voltado para apenas 500 mil. A Enel diz ter recebido mais de 1 milhão de chamadas e que está priorizando os clientes críticos e as linhas de alta tensão.
"É claro que os eventos climáticos extremos vieram e estão acontecendo, e vão continuar. Neste ano, estamos mais preparados que no ano passado. Nossos planos de emergência já estavam adaptados. Mas os efeitos foram de fato muito relevantes", disse Lencastre.
Por fim, o presidente da Enel afirmou que é preciso também investimento maior em podas de árvores. "Vocês ouviram sobre um plano de investimento para os próximos três anos, são R$ 6,2 bilhões. Qual a mensagem aqui? Que não vamos resolver todos os problemas hoje, mas vamos evoluir e melhorar aos poucos, entregando uma rede cada vez mais resiliente. As redes no Brasil são majoritariamente aéreas, e estão suscetíveis a esses eventos climáticos extremos. Precisamos trabalhar para que a resiliência seja maior. Isso requer investimento, mas também aumentar o número de podas, que dobramos do ano passado para cá. Tem capacitação de profissionais também, melhorar os canais de comunicação com os clientes e com as prefeituras. Mas eu não posso dizer que vai estar resolvido hoje, porque esses eventos vão continuar acontecendo".

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