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São Paulo registra em uma noite 66% da chuva prevista para fevereiro

Os mais de 78 pontos de alagamentos registrados pelo Centro de Gerenciamento de Emergências Climática (CGE) aconteceram porque o volume de chuva ultrapassou o que estava previsto na série histórica de 100 anos

Publicado em 10 de Fevereiro de 2020 às 12:58

Redação de A Gazeta

Publicado em 

10 fev 2020 às 12:58
O temporal que atingiu a grande São Paulo na madrugada desta segunda-feira, 10, ultrapassou o recorde do nível de água do Rio Pinheiros, marcando 719.6mm. Este é o maior valor já registrado desde 2005, quando o rio chegou a 718.9mm, de acordo com a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente. O órgão afirma que, apenas nesta madrugada, choveu 66% do total esperado para todo o mês de fevereiro.
"Mudança climática não é discurso de ambientalista. Está chovendo nessa década o que não choveu no século passado", afirma Marcos Penido, secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente, ao Estado.
De acordo com ele, os mais de 78 pontos de alagamentos registrados pelo Centro de Gerenciamento de Emergências Climática (CGE) aconteceram porque o volume de chuva ultrapassou o que estava previsto na série histórica de 100 anos, usada para calcular o sistema de drenagem das chuvas. "Tudo foi implantado com essa lógica."
Homem atravessa com água até o pescoço pista da Marginal Tietê perto da Ponte das Bandeiras, em São Paulo Crédito: Reprodução / TV Globo
Penido afirma que os sistema de piscinões e drenagem da cidade estão funcionando perfeitamente, assim como o bombeamento dos rios Tietê e Pinheiros. "Senão, o estrago teria sido muito pior", observa, afirmando que eles transbordaram porque "choveu de forma consistente nas quatro regiões da cidade, a noite inteira".
O secretário prevê a manutenção de todo o sistema quando a chuva der trégua, o que, de acordo com o CGE, só deve ocorrer no fim da terça-feira, 11. "Um sistema de drenagem não é algo feito de um dia para o outro. Precisamos achar terreno, fazer cálculos, estudos, projetar e contratar. Isso tudo é investimento, e sabemos como as despesas obrigatórias do Estado estão oprimidas".

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