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Carnaval paulistano

Sábado de São Paulo tem bloco eletrônico e sustentável no Ibirapuera

Essa é a primeira vez que o Favela Med Mex sai como bloco de rua no carnaval

Publicado em 02 de Março de 2019 às 20:25

Publicado em 

02 mar 2019 às 20:25
Carnaval no Parque do Ibirapuera, em São Paulo Crédito: Reprodução/Instagram
O bloco Favela Med Mex trouxe a batida eletrônica para dar o tom da folia no Parque do Ibirapuera, zona sul de São Paulo, neste sábado.
A concentração de foliões começou às 11h, em frente ao Obelisco e até por volta das 16h, segundo os organizadores, o bloco andará até o Monumento às Bandeiras, onde se dispersará.
Essa é a primeira vez que o Favela Med Mex sai como bloco de rua no carnaval. Ele inspirado pela cultura do "Burning Man" - evento anual que ocorre no deserto de Nevada, nos EUA, que celebra a senso de coletividade e sustentabilidade como forma de autoconhecimento.
"Nossa inspiração é o Burning Man por causa do conceito das pessoas serem elas mesmas. Mas não é só isso, também tem a ideia de comunidade, dos indígenas, de um ajudar o outro", explica Gabriela Monteiro, uma das criadoras do bloco.
Em relação à música, o que comanda o trio do Favela Med Mex é a batida eletrônica. O DJ Maurício Gatto foi quem abriu os trabalhos. Depois, foi a vez da grande atração da tarde, Junior Lima, que se apresentou com seu projeto Manimal, em parceria com o DJ Júlio Torres.
A mistura do eletrônico com outras sonoridades animou o pequeno público que se concentra no bloco. Além de discotecar, Junior tocou bateria e guitarra e fez os foliões pularem em frente ao trio.
"A música eletrônica está crescendo cada vez mais no Brasil e abraçando novos estilos, como o pop. Então Carnaval e eletrônico tem tudo a ver", afirmou Júnior Lima após a apresentação.
A batida eletrônica pegou alguns foliões de surpresa. Muitos passaram pelo Ibirapuera sem saber qual bloco estava tocando. O casal Daniel e Sofia é de Fortaleza e vieram curtir o carnaval paulistano. "Aqui é só aquecimento, mas adoramos as músicas. Ano que vem voltaremos", disse o cearense.
As amigas Maria Estela, 46 anos, Débora Augusto, 49 anos, e Marisa Silva, 53 anos, vieram ao bloco justamente por seu perfil "alternativo", mas disseram que depois dali iriam procurar um bloco mais agitado. "A ideia do sustentável e a música eletrônica foi o que nos atraiu, mas daqui vamos para outro lugar, gostamos de tudo", explicou Maria Estela.
Uma das medidas sustentáveis adotada pelo Favela Med Mex é a troca de lixo por bebida. No trio, três objetos de lixo podem ser trocadas por água, energético ou um drink de tequila com maracujá, desde que o folião tenha sua própria caneca reciclável.
As fantasias dos membros do bloco fazem uma homenagem ao filme Mad Max e foram feitas somente por materiais recicláveis.
O público é pequeno em relação aos grandes blocos que saem às ruas no carnaval paulista. Segundo a estimativa de bombeiros presentes no Parque do Ibirapuera, 600 pessoas ocupavam o espaço entre o obelisco e o Monumento às Bandeiras, e o público total até a dispersão não deve passar de mil pessoas.
Por conta do público reduzido e do espaço controlado, não houve nenhum incidente de segurança. Também não houve reclamações quanto aos banheiros químicos.

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