Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Ricardo Salles cria grupo para discutir fusão entre ICMBio e Ibama
Meio Ambiente

Ricardo Salles cria grupo para discutir fusão entre ICMBio e Ibama

Os órgãos tiveram corte de orçamento para 2021. Apesar da intenção do governo, Congresso precisa aprovar junção das autarquias

Publicado em 02 de Outubro de 2020 às 14:10

Redação de A Gazeta

Publicado em 

02 out 2020 às 14:10
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles Crédito: Pedro Ladeira/Folhapress
ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, oficializou nesta sexta-feira (2), a criação de um grupo de trabalho para discutir a fusão entre o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (ICMBio) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Como mostrou o Estadão, a ideia é aglutinar áreas que tenham sobreposição de tarefas, como trabalhos administrativos.
Segundo a portaria de Salles, publicada na edição desta sexta-feira (2), do Diário Oficial da União, o grupo será formado por sete integrantes, dirigentes dos dois órgãos, sob a coordenação da Secretaria Executiva do Ministério do Meio Ambiente. O prazo para uma proposta ser apresentada é de 120 dias. O grupo montado por Salles ainda poderá convidar pessoas ou entidades externas para colaborar com os trabalhos.
O ICMBio é o órgão federal responsável pelas unidades de conservação federal e foi criado em 2007, a partir da cisão de uma área do Ibama. A autarquia do MMA cuida de 334 unidades protegidas em todo o País. Já o Ibama é responsável pela fiscalização ambiental em todo o País e processos de licenciamento federais, entre outras funções.
Apesar do desejo de Salles, a fusão dos órgãos precisa passar pelo Congresso Nacional. Isso significa que o governo tem de enviar sua proposta ao Congresso, seja por medida provisória ou projeto de lei.
A criação do ICMBio foi aprovada pelo Senado em agosto de 2007, como desmembramento do Ibama, durante a gestão da então ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.
O instituto tem seu nome em homenagem a Francisco Alves Mendes Filho, o Chico Mendes, um dos maiores expoentes do País na luta pela conservação da Amazônia, covardemente assassinado a mando de dois fazendeiros em 1988, em Xapuri, no Acre.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Binário entre a Rodovia do Sol e a Avenida Saturnino Rangel Mauro, em Vila Velha
Rodovia do Sol terá interdição nesta semana para retirada de asfalto
Imagem de destaque
O que se sabe sobre o vírus que causou mortes em cruzeiro no Atlântico
Imagem de destaque
Irã ameaça atacar forças dos EUA após Trump anunciar escolta a navios pelo estreito de Ormuz

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados