Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Procuradoria pede corte imediato de salário de Sergio Moro no governo
Ex-ministro da Justiça

Procuradoria pede corte imediato de salário de Sergio Moro no governo

Sérgio Moro continuará recebendo R$ 31 mil mensais até outubro por ter sido temporariamente proibido de prestar serviços à iniciativa privada em razão do conhecimento sobre informações privilegiadas

Publicado em 22 de Junho de 2020 às 20:32

Redação de A Gazeta

Publicado em 

22 jun 2020 às 20:32
Sede da Procuradoria-Geral da República (PGR), em Brasília
Procuradoria-Geral da República (PGR) diz que há indícios de descumprimento dos princípios da legalidade e da moralidade por Moro Crédito: Antonio Augusto / Secom / PGR
A Procuradoria-Geral da República (PGR) acionou o Tribunal de Contas da União pedindo a suspensão do pagamento de futuros salários ao ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.
Apesar de ter deixado o governo em abril, Moro continuará recebendo os R$ 31 mil mensais, pagos aos integrantes do primeiro escalão, até outubro. A remuneração a posteriori é determinada uma vez que membros da cúpula governista são proibidos de prestar serviços à iniciativa privada por um período de seis meses após sua demissão, exoneração ou aposentadoria em razão do seu conhecimento sobre informações privilegiadas.
O subprocurador-geral da República, Lucas Rocha Furtado, pede que a Secretaria do Tesouro Nacional suspenda os pagamentos diante dos 'indícios de descumprimento dos princípios da legalidade e da moralidade'. Isso porque Moro foi anunciado como colunista de revista Crusoé e do jornal O Globo.
"Há sim irregularidade quando o ex-Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, recebe recursos públicos para deixar de trabalhar (prazo de seis meses da quarentena) quando, em verdade, está trabalhando. Acumulação essa que entendo ser indevida a ensejar possível dano ao erário", escreveu o sub-procurador.
Apesar do pedido da procuradoria, a Comissão de Ética da Presidência da República decidiu, no início do mês, proibir o ex-ministro de advogar, mas autorizou aulas e artigos para a imprensa.

COM A PALAVRA, SÉRGIO MORO

"A Comissão de Ética Pública da Presidência da República, responsável pela definição das regras sobre a quarentena, autorizou o ex-ministro da justiça Sérgio Moro de publicar textos em colunas de veículos de comunicação, por se tratar do exercício da liberdade de expressão e por não gerar conflitos de interesse. Existe o impedimento, determinado pela referida Comissão, de atuar como advogado ou consultor no período de duração da quarentena".

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Editais e Avisos - 04/05/2026
Réplica do Buda de Ibiraçu na ES Tour
Turismo no ES está entrando em uma nova era de profissionalização
Vasco, futebol de areia
Vasco estreia com goleada na Libertadores de futebol de areia, em Vila Velha

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados