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Desabafo

'Me sinto dilacerada': mulher que fez sexo com morador de rua fala pela 1ª vez

"Fui vítima de chacotas, humilhações em rede nacional. Fui taxada como uma mulher qualquer , uma mulher promiscua , uma mulher com fetiches , uma traidora", desabafou Sandra Mara Fernandes

Publicado em 27 de Abril de 2022 às 13:22

Publicado em 

27 abr 2022 às 13:22
Em rede social, Sandra Mara agradeceu ao marido pelo apoio após o ocorrido
Em rede social, Sandra Mara agradeceu ao marido pelo apoio após o ocorrido Crédito: Reprodução/Instagram
A mulher que foi flagrada pelo marido, um personal trainer,  fazendo sexo com um morador de rua na cidade de Planaltina, no Distrito Federal, falou pela primeira vez sobre o caso. Segundo o site G1DF, Sandra Maria Fernandes fez um post no Instagram (veja abaixo) em que narra os momentos difíceis pelos os quais passou desde que a história se tornou pública, com repercussão nacional.
No mês passado, o marido dela, o personal trainer Eduardo Alves agrediu o sem-teto Givaldo Alves, de 48 anos, ao presenciar cena de sexo entre o homem e esposa dentro de um carro. Na ocasião, o personal alegou à polícia que pensou que a esposa estivesse sendo estuprada, o que foi negado, mais tarde, por Givaldo Alves. Logo após o ocorrido, Sandra foi internada em uma clínica psiquiátrica. Posteriormente, também em depoimento à polícia, Eduardo alegou que a esposa vinha enfrentando "problemas psicológicos". 

"FUI VÍTIMA DE CHACOTAS"

VEJA A ÍNTEGRA DO TEXTO PUBLICADO

"Olá me chamo SANDRA MARA FERNANDES , sou a mãe da Anna Laura e a esposa do @eduardoalvestrainer . Venho através dessa postagem agradecer as pessoas que se levantaram para me defender quando eu não tinha condições.
Passei por dias muito difíceis, nunca me imaginei naquela situação. Eu me sinto profundamente dilacerada pelo ocorrido. Hoje eu tenho ciência de tudo o que foi dito enquanto eu estava internada e sendo cuidada por médicos, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros e outros profissionais.
Fui VÍTIMA de chacotas, humilhações em rede nacional. Fui taxada como uma mulher qualquer , uma mulher promiscua , uma mulher com fetiches , uma traidora. E mais ofendida ainda por ter sido atacada por outras mulheres que entenderam que eu merecia o pior.
Eu sempre soube que vivemos numa sociedade desigual, mas eu NÃO escolhi ter um SURTO, eu NÃO escolhi ter sido HUMILHADA, eu NÃO escolhi ter minha vida EXPOSTA e DEVASTADA!
Então, na condição onde estive eu sei que tinha legitimo DIREITO de ser DEFENDIDA. Agradeço ao meu esposo por tudo que ele fez por mim. Ele me defendeu durante e depois do ocorrido, pois sabe que em condições normais eu jamais teria permitido passar por àquilo. Agradeço também ao meu pai, minha madrasta , meus irmãos e amigos , que me acolheram e ajudaram o Eduardo e a Anna Laura . Sou profundamente grata aos profissionais que me ajudaram a compreender o que estava acontecendo quando eu já NÃO TINHA domínio da minha própria vida.
Hoje eu busco na JUSTIÇA os meus DIREITOS , pois nunca faltei com respeito com ninguém e não merecia ter sido tratada como uma qualquer , e , principalmente , ter sido usada como OBJETO de prazer durante DELÍRIOS e ALUCINAÇÕES que confundiram minha mente e me colocaram num contexto NOJENTO e SÓRDIDO . Sigo BATALHANDO, um dia de cada vez para retomar a minha existência e vou conseguir porque DEUS é maior e infinitamente bom !"

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