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Congresso Nacional

CPI aprova requerimento para prisão coercitiva de Faria

Faria é apontado como intermediador da Precisa Medicamentos para a venda de vacinas Covaxin ao Ministério da Saúde; comissão também solicitou a apreensão do passaporte

Publicado em 02 de Setembro de 2021 às 14:20

Agência Estado

Publicado em 

02 set 2021 às 14:20
Está previsto para hoje a oitiva de Marconny Nunes Ribeiro Albernaz Faria, suposto lobista da Precisa Medicamentos, intermediária no contrato da vacina Covaxin e que está sob investigação.
Está previsto para hoje a oitiva de Marconny Nunes Ribeiro Albernaz Faria, suposto lobista da Precisa Medicamentos, intermediária no contrato da vacina Covaxin e que está sob investigação. Crédito: Pedro França/Agência Senado
Após a confirmação de que não será possível recolher o depoimento de Marconny Nunes Ribeiro Albernaz de Faria nesta quinta-feira (02), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid aprovou requerimentos de sua "prisão coercitiva", além do pedido de apreensão de seu passaporte por 30 dias. Faria é apontado como intermediador da Precisa Medicamentos para a venda de vacinas Covaxin ao Ministério da Saúde.
Marconny deveria ter se apresentado hoje para prestar seu depoimento no Senado, no entanto, mesmo que seus advogados tenham comparecido à CPI, Marconny não pode ser encontrado pelo colegiado. Pela manhã, mesmo que ele não estivesse sendo localizado, Aziz garantia que o plano era recolher seu depoimento de hoje. De acordo com o parlamentar, a polícia legislativa já estava no "encalço" de Faria.
Mesmo com a promessa, a CPI manteve o plano B de recolher o depoimento do ex-secretário de saúde do Distrito Federal Francisco Araújo Filho, que já está presente no Senado.
Pelos requerimentos aprovados hoje, será expedido ofício ao Ministério Público Federal para conhecimento dos fatos e adoção das providências cabíveis e, segundo Aziz, tudo será encaminhado à ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia.

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